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Amígdalas

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A cirurgia de amígdalas apresentou uma queda surpreendente em indicações nos últimos tempos. Embora ainda seja recomendada em alguns casos, essa prerrogativa denota uma mudança sensível em algo que antes era considerado normal, sobretudo para crianças.

O avanço de antibióticos possibilitou que infecções, que se resumiam a maior recomendação para cirurgia, tivessem tratamento mais eficazes através, reduzindo não apenas as possibilidades de uma intervenção cirúrgica, como o desenvolvimento de outros problemas decorrentes dessa mesma cirurgia.

Hoje em dia, um dos principais responsáveis pela necessidade de uma cirurgia de amígdalas são distúrbios respiratórios. O procedimento geralmente é recomendado quando as amígdalas, em tamanho além do normal, geram uma série de dificuldades ao paciente, incluindo pontos como a fala, alimentação, respiração, sono, ou quando infecções se tornam recorrentes.

Mas o que leva a essas mudanças nas amígdalas, que nem mesmo tratamentos diretos com medicamentos conseguem resolver? É o que vamos desenvolver aqui, para que leve em consideração as variações positivas e negativas em uma eventual cirurgia. Vejamos o que decorre às amígdalas, a começar por sua função mais básica.

A função das Amígdalas

Também chamadas de tonsilas palatinas, as amígdalas tem como função básica a de ser um reforço em nosso sistema imunológico. As amígdalas são uma das principais produtoras de linfócitos, eficiente no combate direto a microorganismos.

Muitas vezes, as amígdalas são relacionadas ao sistema respiratório por sua posição na garganta. Embora seja ainda mais importante na região, as amígdalas na verdade são uma das principais barreiras para todo o organismo, já que sua produção de anticorpos pode ser imediata contra vírus e bactérias que invadem diretamente, por alimentos ou mesmo pelo ar.

Além das amígdalas, os outros órgãos que produzem linfóticos para a proteção do corpo são:

  • Medula óssea;
  • Timo;
  • Linfonodos;
  • Baço;
  • Apêndice cecal;
  • Adenóides.

Cada um desses órgãos produzem tipos diferentes de linfócitos, sendo a Medula Óssea e o timo as fontes primárias. A produção destes anticorpos é essencial para evitar a exposição do corpo a qualquer doença. As tonsilas, em nosso caso, funcionam como uma produtora secundária de linfócitos, potencializando os efeitos de outros órgãos ao lançar protetores imediatos.

O que não a impede de sofrer efeitos diretos destes mesmos invasores caso estejam expostos constantemente. Uma das doenças mais comuns a esses órgãos é a amigdalite, infecção causada por bactérias ou vírus nas amígdalas que, em casos muito graves pedem pela extração do órgão. Apesar de parecer algo perigoso, elas não causam efeitos severos ao corpo.

Então para que serve as Amígdalas, afinal?

Sendo um órgão tão importante para o organismo, parece inviável sua retirada em alguns casos, certo? Como casos de amigdalite, ou amígdalas grandes que pedem por sua retirada, não afetam tanto a vida de seus portadores, pode-se considerar que sua função não seja tão valorizada ou necessária quanto se deve, mas está longe disso.

Sendo uma ferramenta de grande importância para a proteção do organismo, a ausência das amígdalas exige um cuidado ainda maior com a saúde, para reforçar o sistema imunológico contra doenças, agora que está mais exposto. Além disso, os outros órgãos que produzem anticorpos acabam trabalhando ainda mais para proteger o corpo.

Por isso sua função é tão estimada, e sua retirada sugerida apenas em casos muito graves, em que elas afetam e colocam o paciente em risco quanto a respiração e a alimentação, por exemplo.

Amígdala e problemas de garganta

Assim como qualquer parte do corpo, as amígdalas também são suscetíveis a distúrbios, infecções e doenças, que devem ser levadas em conta antes de qualquer tipo de intervenção. É importante saber quais são estes problemas, para diferenciá-los das dores de garganta de outras origens, como alergias e resfriados, por exemplo.

Uma das doenças mais comuns são as amígdalas palatinas hipertrofiadas, em especial se ligadas ao aumento da adenóide. Elas dificultam a respiração e a alimentação, o que leva a uma identificação mais rápida.

Quando ocorre em crianças, é comum que a face não tem desenvolvimento adequado, e os dentes cresçam de forma mal posicionada, já que a respiração nasal tem influência na formação do rosto. Além disso, a amígdalas hipertrofiadas podem gerar desconforto ao dormir, o que leva a uma síndrome da apneia do sono.

A Amigdalite

É comum que a amigdalite seja a doença padrão para os leigos quando se fala de problemas de garganta, mesmo que não seja a única. Trata-se de uma infecção que ocorre diretamente nas amígdalas, causando inchaço e muita dor. Elas são mais comuns em períodos de clima seca e baixas temperaturas, em que a proliferação de bactérias e vírus é maior e mais frequente.

Sendo uma infecção, a amigdalite também possui subtipos que valem a diferenciação, seja para tratamentos, como para as possibilidades de cirurgia. Vejamos em detalhes.

Amigdalite Viral – A mais comum, e também a mais fácil de ser tratada. Causada por vírus, ela pode ser tratada facilmente com o uso de medicamentos.

Amigdalite Crônica – São casos mais recorrentes e de origem bacteriana. Aqui, as dores são mais agudas, e acontecem várias vezes ao longo do ano, seguidas de mau hálito nódulos. O tratamento é feito a base de antibióticos, e caso não seja resolvido apropriadamente, pode-se considerar a cirurgia para retirada das amígdalas.

Amigdalite Aguda – Também de origem bacteriana, pode durar dias ou até semanas. Apresenta sintomas comuns como inchaço, apneia e ronco, além das dificuldades de respiração. Apesar de incômodo, seu tratamento é mais simples com o uso de antibióticos.

Amigdalite Caseosa – É um caso comum a adultos. As amígdalas são responsáveis por acumular caseum, compostas pelos restos de alimentos, células e saliva. Esse caseum acarreta em mau hálito, e nos estágios avançados, o odor se torna perceptível facilmente.

Abscesso periamigdaliano – Por fim, este é um caso de infecção de maior gravidade, onde existe uma coleção de pus com desenvolvimento a partindo de uma amigdalite. Aqui, o tratamento com medicamentos costuma ser mais forte, e a necessidade de intervenções cirúrgicas ainda mais necessária.

Amígdalas grandes e seus riscos

A presença de amígdalas hipertrofiadas pode acarretar em diversas dificuldades no dia a dia de seus portadores. A questão respiratória é uma das mais comuns, mas existem outros riscos tão grandes quanto. Veja-os a seguir:

  • Dificuldade para engolir alimentos mesmo com uma boa mastigação;
  • Incômodo constante na garganta, com dores e sensação de sufocamento;
  • Retenção de alimentos, quando estes não conseguem descer apropriadamente mesmo com líquidos.

Embora não causem perigos diretos à saúde, as amígdalas hipertrofiadas trazem uma série de transtornos ao paciente. Diferente da amigdalite, que pode ou não causar esse malefício, nem sempre elas são causadas por doenças, o que torna sua reversão ainda mais complexa, e em alguns casos até mesmo inviável.

Sendo assim, o procedimento de adenoamigdalectomia é recomendada, precedida por uma série de exames e acompanhamentos clínicos para criar um cenário seguro para o paciente. Esses exames não são incômodos, mas precisam ter sua regularidade antes e depois da cirurgia.

Exames de amígdalas comuns

Não é difícil identificar disfunções e problemas na amígdala. Mas para diagnosticar, de fato, o que causa suas dores e incômodos, são necessários uma série de exames simples e muito importantes. Vejamos quais são os mais comuns quando se vai ao médico, e quais os específicos para confirmar a presença de alguma infecção.

Exames físicos – É um dos mais simples e diretos para atestar se as dores de garganta são mesmo de origem nas amígdalas, ou se pode ser alguma outra coisa. Neles, são verificados nariz, garganta, ouvidos, analisar a respiração, e apalpar levemente a garganta. Em algumas situações, também é verificado se há aumento do baço, o que pode indicar uma possível mononucleose.

Amostra de garganta – Feito quando há a certeza de que o problema é realmente nas amígdalas, porém sem uma precisão do que está afetando o paciente. O médico, através de um cotonete devidamente esterilizado, coleta as amostras da região, que dependendo do hospital ou clínica, pode ter resultados em minutos, ou no máximo em até 48 horas. Com essa amostra, é possível identificar ameaças imediatas, ou partir para exames mais aprofundados.

Hemogramas – Outro tipo de exame bem comum para identificar problemas nas amígdalas, quando os exames físicos e as amostras retiradas da garganta não apresentam diagnósticos mais precisos. Os hemogramas ajudam a identificar qual a origem da infecção nas amígdalas – bacteriana ou viral, especificamente -, bem como quaisquer outras mudanças nos tipos de células sanguíneas. Sendo um produtor de linfócitos, as alterações causadas pela amigdalite, ou quaisquer outras doenças, deve ser avaliado com cuidado.

Mais do que atestar a amigdalite, os exames são feitos para analisar outras possibilidades de doenças no sistema respiratório, ou mesmo linfático. Além da mononucleose, que tem como sintomas a inflamação das amígdalas, outras doenças que podem ser identificadas por esses exames são a faringite, escarlatina, amígdalas hipertrofiadas, entre outros casos.

Quando Fazer Cirurgia da Amígdala?

Existem alguns cenários específicos em que a retirada das amígdalas se faz necessária. O tratamento ineficaz com medicamentos é uma delas, porém outros casos costumam ser tão impactantes quanto. As doenças obstrutivas e o risco de tumores são outras situações em que o procedimento cirúrgico é considerado.

Além da frequência com que acontecem as infecções, deve-se avaliar os danos que são gerados no paciente devido aos tratamentos. Em crianças, por exemplo, a cirurgia pode ser recomendada se ela perde muitos dias de escola durante o ano por causa de amigdalites.

Em outros casos, o caseum acarreta mau hálito, que por sua vez leva a ocasiões sociais nada agradáveis, pode ter solução através da cirurgia. Por fim, em situações de infecção de maior gravidade, por exemplo, em abscesso periamigdaliano, a cirurgia tem recomendação mesmo com escassos episódios infecciosos.

Como funciona a cirurgia para retirada de amígdalas?

A chamada amigdalectomia, ou adenoamigdalectomia, é uma cirurgia de rápida recuperação, com o paciente liberado após os efeitos da anestesia geral cessarem. Seus custos não chegam a ser altos, porém necessitam de planejamento por parte de médicos e pacientes.

O procedimento sequer necessita de incisões. Tanto as amígdalas como as adenóides, um tecido que fica entre o nariz e a garganta, são feitos pela boca, o que justifica a aplicação de uma anestesia geral. De forma geral, ela não acarreta em riscos graves, exceto nos casos de hemorragias.

Estas podem ocorrer tanto durante o procedimento cirúrgico, e facilmente contornado pela equipe que acompanha a cirurgia, como nos dias de recuperação do paciente. Por isso é importante evitar movimentações bruscas, bem como mudanças precisas na alimentação.

Nos primeiros dias após a cirurgia, as dores de garganta costumam ser frequentes e agudas. São indicados o uso de analgésicos para diminuir os picos de dor, de forma controlada para não gerar outros efeitos colaterais. Quanto a alimentação, deve-se evitar opções sólidas e excesso de líquido. O ideal são opções pastosas, geladas ou em temperatura ambiente, diminuindo assim o risco de hemorragias.

Apesar das restrições, o período de recuperação é relativamente rápido para o paciente, e para quem já sofria de problemas como apneia e roncos, os benefícios são imediatos. O acompanhamento pós-operatório também deve ser levado em conta para uma melhor recuperação.

Cirurgia nas amígdalas: preço e possibilidades

A cirurgia de retirada dos adenóides possui um preço relativamente acessível em comparação a outros tipos de procedimentos do tipo. Não costumam passar de R$ 700,00 dependendo do hospital, com essa faixa caindo para até R$ 500,00 dependendo do alcance da região. Este sim, um fato importante ao considerar o custo-benefício da cirurgia.

Geralmente, exceto pelas opções particulares, os hospitais de médio a grande porte podem oferecer ou encaminhar pacientes para centros cirúrgicos que o façam. É importante para o paciente e seus familiares avaliarem em detalhes as condições destes locais para realizar a cirurgia, sejam eles públicos ou privados, bem como a experiências dos cirurgiões. Ainda que seja algo simples, um procedimento desse tipo sempre acarreta em riscos.

Por fim, ao buscar referenciais na cirurgia de retirada das amígdalas, confira se seus custos também englobam o pós-operatório, com o acompanhamento necessário para a recuperação completa do paciente, atestando quaisquer efeitos colaterais e cuidados posteriores.

Contraindicações à Cirurgia

As principais contraindicações à cirurgia se resumem às anemias e mudanças de coagulação. Como há risco de sangramento no decorrer da cirurgia, pode existir piora de anemia.

Quanto às mudanças de coagulação, podem tornar maiores chances de sangramento. Cada situação deve ser avaliada de modo individual, com a procura das causa do distúrbio e tratamento ideal. Uma vez que a alteração tenha correção, a cirurgia pode ser feita. Mais uma contraindicação de maior raridade é a fissura submucosa.

Similares ao lábio leporino, as fissuras submucosas são más formações de origem congênita, em que a fissura do véu palatino, ou céu-da-boca, não é totalmente fechada, o que traz enormes riscos aos pacientes que possuem essa rara condição, e necessitam de cirurgia. Nestes casos, são buscados outros tratamentos.

Não há idade mínima para fazer a cirurgia, o que conta é uma adequada indicação. No entanto, se a criança for bastante nova, a adenóide, estrutura com localização por trás do nariz, e que é com freqüência retirada com as amígdalas palatinas, pode retornar a se desenvolver.

Se retornar a ter desconforto para respiração e sentir o nariz entupido, nova cirurgia poderá ser exigida. Vários pacientes fazem generalização das dores de garganta, com atribuição a problemas em amígdalas.

Determinadas doenças apresentam sintomas bem parecidos, porém demandam tratamentos bem diferentes. As amigdalites, no geral, possuem curta duração. Somente a consulta com especialista poderá apontar o tratamento ideal, com consideração aos detalhes de cada indivíduo.

Retirada das amígdalas e suas consequências

Os riscos e consequências desse procedimento variam de acordo com a faixa etária dos pacientes. Crianças são as que podem sofrer mais riscos quando tem as amígdalas retiradas, devido a exposição direta a doenças bacterianas e infecciosas ao longo da vida. Entre elas, podemos destacar as seguintes:

  • Asma;
  • Bronquite;
  • Gripe;
  • Pneumonia;

Isso sem contar outros tipos de males na região, de todas a mais diretamente exposta. Entre os 5 e 9 anos de idade, faixa etária mais comum para casos de retirada das amígdalas, é recomendado um acompanhamento mais direto, para avaliar outros riscos com o procedimento cirúrgico, e se há outras alternativas. Embora alguns casos sejam inevitáveis, quanto mais evitar a alternativa, melhores são as chances de ter um sistema imunológico mais eficiente com o passar dos anos.

Para adolescentes e adultos, os riscos e as consequências são menores, apesar de exigir algumas adaptações. Aqui, a retirada das amígdalas está mais relacionada a quadros frequentes de dores na garganta, em que nem mesmo os tratamentos por antibióticos conseguem resolver por completo.

Nesses casos, o paciente precisa de adaptações simples na alimentação durante o período de recuperação, bem como evitar certas atividades ao ar livre, para que a recuperação seja completa. E ao mudar a rotina, visando um reforço no sistema imunológico, as consequências da retirada das amígdalas serão mínimas.

Amígdalas grandes: fotos

Para mostrar, na prática, o quanto algumas doenças relacionadas às amígdalas podem ser perigosas ao organismo, e exigir um procedimento cirúrgico, ou um mínimo de cuidado com o corpo, vamos mostrar a seguir algumas fotos, mais especificamente às amígdalas grandes, uma das principais responsáveis por sua retirada.

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Com essas referências, ficará mais fácil lidar com as alternativas cirúrgicas, ou com um tratamento mais adequado com antibióticos.

Mitos sobre a cirurgia de retirada de amígdalas

Existem muitos mitos envolvendo a cirurgia de retirada das amígdalas. Como uma prática antiga e considerada comum por várias décadas, não é de se estranhar que algumas histórias ganhem mais notoriedade, seja pela falta de informações mais aprofundadas do assunto, seja pelas histórias que, depois de tantas alterações, chegam de forma errada a outros ouvidos.

Sendo assim, não é comum que certas inverdades sejam faladas sobre a cirurgia, e o que poderia ser cômico, acaba por assustar quem já está em uma situação complicada com as amígdalas. Vamos esclarecer alguns dos mitos a seguir, para que siga tranquilo com os tratamentos e considere a cirurgia se for necessário.

Faringite pós-operatória – Um dos mitos mais comuns a respeito da cirurgia de retirada de amígdalas é que o paciente vá desenvolver faringite por decorrência do procedimento. Trata-se de um mito, pois este tipo de infecção pode ocorrer com qualquer pessoa, antes ou depois da cirurgia. Por isso a importância de um acompanhamento clínico, para atestar tais possibilidades.

A retirada das amígdalas altera a fala – Embora seja um mito, esse tipo de afirmação tem um fundo de verdade. Em casos muito raros, pode-se precisar de um tratamento fonoaudiológico para casos infantis, já que elas não conseguem respirar normalmente pelo nariz, mesmo sem nenhuma obstrução. O que é um mito, sem sombra de dúvidas é que a cirurgia alteraria a voz de alguma forma.

A cirurgia engorda – É, ao mesmo tempo, uma verdade e um mito. O que caracteriza como um mito é que a cirurgia em si leva ao aumento de peso: uma vez que ela não interfere nos aspectos metabólicos e hormonais, não teria sentido que ela causasse tal tipo de consequência.

O que é verdade, contudo, é que há um aumento no apetite e na facilidade para se alimentar, e isso sim leva ao aumento de peso. Esse mito é mais associado a crianças, em que as mudanças são mais expressivas em poucos meses após a cirurgia. O que deve se atentar, certamente, é apenas no quanto de sorvete que será consumido durante e após a recuperação, já que é a melhor opção de alimento no pós-operatório.

Diante de todos esses fatos, vale a pena fazer a cirurgia de retirada de amígdalas? A resposta é muito arbitrária. Como um procedimento cirúrgico, vai exigir toda uma adaptação do paciente e dos familiares, além de custos com a cirurgia em si e com o pós-operatório. Contudo, esse estágio não dura mais do que algumas semanas, o que garante maior qualidade de vida em casos mais graves.

No fim, cabe ao paciente, junto ao médico, considerar a possibilidade de cirurgia para as amígdalas. Com todas as informações disponíveis aqui, será mais fácil de buscar referências, e tomar uma decisão sábia. Não deixe de cuidar da saúde, e até a próxima!

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