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Principais sintomas de diabetes e de lista completa de alimentos!

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O diabetes é uma deficiência na produção de insulina, causado pelo aumento de açúcar na corrente sanguínea. A insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas, que é responsável por transformar as moléculas de glicose presentes nos alimentos em forma de energia para o corpo, quando o pâncreas não produz insulina suficiente, o corpo não absorve essa energia, fazendo com que esses nutrientes se acumulem no sangue ou sejam eliminados pela urina.

O Que Você Irá Encontrar Aqui

Quais sao os tipos de diabetes?

Segue os principais tipos de diabetes:

Diabetes tipo 1: 

A diabetes tipo 1 é uma doença onde o pâncreas deixa de produzir insulina, hormônio importante no metabolismo de carboidrato no sangue. Sua principal função no organismo é reconhecer quando o nível de glicose no sangue aumenta, para que a insulina possa ser acionada para que a glicose tenha o correto direcionamento e as taxas de glicemia no sangue normalize.

O direcionamento da glicose no organismo pode ser para:

  • Ser utilizada como combustível para a realização das atividades do corpo.
  • Ser armazenada como reserva, em forma de gordura.

A falta da insulina no organismo acaba acarretando o acúmulo de glicose no sangue, o que leva à hiperglicemia. Para evitar essa situação, é necessário recorrer às doses de insulinas exógenas, aplicadas por meio de injeções diárias.

Também conhecido como diabetes juvenil, o diabetes tipo 1 geralmente acomete crianças e adolescentes, porém, pode surgir em qualquer momento da vida. Esse tipo de diabetes representa entre 5% e 10% da doença.

Quais são as causas da diabetes tipos 1?

A falta de insulina no organismo que acarreta no diabetes tipo1, se dá pela destruição das células produtoras de insulina, denominadas de células beta, localizadas no pâncreas. Essa destruição de células em sua maior parte acontece por uma patologia denominada autoimunidade, que é quando nosso próprio sistema imune ataca e destrói células do nosso corpo por não as reconhecerem, e assimilá-las como invasores.

Quais são os sintomas de diabetes tipo 1?

Diante deste quadro, alguns sintomas logo são percebidos, pois a maioria deles aparece de forma súbita. São eles:

  • Fadiga.
  • Feridas com cicatrização lenta.
  • Açúcar na urina.
  • Sensação de agulhadas nos pés.
  • Sede excessiva.
  • Visão turva.
  • Perda súbita e sem explicação de peso.
  • Maior frequência na vontade de urinar.
  • Mudança de humor.
  • Perda de consciência.

Diagnóstico e tratamentos

O diagnóstico para este tipo pode ser obtido partir de três tipos de exames:

1) Glicemia de jejum – irá medir o nível de açúcar no sangue durante o período de jejum, onde são considerados normais os valores entre 65 a 99 miligramas de glicose por decilitro de sangue (mg/dL).

2) Hemoglobina glicada – (HbA1c) é a fração da hemoglobina (proteína do sangue) que se liga à glicose.
Os valores de hemoglobina glicada indicarão se a pessoa está ou não com hiperglicemia.
Os valores considerados normais para pessoas sadias estão entre 4,5% e 5,7%.

3) Curva glicêmica – este exame observa a velocidade com que seu organismo absorve a glicose ingerida.

Os valores de referência são:

  • Abaixo de 100mg/dL em jejum.
  • 140mg/dL após 2 horas.

O tratamento para diabetes tipo 1 requer uma vida saudável e o controle da glicemia para que possíveis complicações da doença sejam evitadas.

Os cuidados diários incluem a prática regular de exercícios físicos, alimentação saudável e balanceada de acordo com a orientação médica e frequente verificação da glicemia para controle da mesma.

Além desses cuidados, faz-se necessário o tratamento com insulina e medicamentos devidamente prescritos pelo médico especialista que tem acompanhado o paciente.

Diabetes tipo 2:

A diabetes tipo 2 é uma doença onde o organismo não consegue utilizar de forma adequada e necessária a insulina produzida pelo corpo, acarretando no acúmulo de glicemia no sangue, causando um quadro que chamamos de hiperglicemia.

A insulina faz com que o carboidrato presente em nosso sangue através da ingestão de alimentos, seja direcionado a duas funções:

  • Ser utilizada como combustível para a realização das atividades do corpo;
  • Ser armazenada como reserva, em forma de gordura.

Este tipo de diabetes represente 90% da doença.

Quais são as causas da diabetes tipo 2?

Em nosso organismo, o pâncreas, órgão localizado logo atrás ao estômago, é responsável pela produção de alguns hormônios importantes ao nosso metabolismo, entre eles está a insulina.

Notícia Diárias Para Quem Não Tem Tempo

No caso do diabetes tipo 2 o organismo cria uma resistência ao efeito da insulina o que impede que ela entre em ação e metabolize a glicose, principal fonte de energia ao nosso organismo.

Pode acontecer ainda que, neste caso de diabetes, o paciente não produza a quantidade necessária de insulina para o correto funcionamento do metabolismo glicêmico, fazendo com que a glicose permaneça acumulada no sangue.

Quais são os sintomas de diabetes tipo 2?

No diabetes tipo 2, a doença geralmente acaba sendo assintomática no início. O paciente pode passar longos períodos sem ter sintomas de diabetes.

Quando estes começam a surgir, geralmente são caracterizados por:

• Formigamento nos pés e surgimento de furúnculos
• Fome e sede excessiva
• Aumento na vontade de urinar
• Infecções frequentes
• Feridas que demoram para cicatrizar
• Visão embaçada

Diagnósticos e tratamentos

O diagnóstico para diabetes tipo 2 é o mesmo realizado para diagnosticar o diabetes tipo 1, sendo os exames:

a) Glicemia de jejum – irá medir o nível de açúcar no sangue durante o período de jejum, onde são considerados normais os valores entre 65 a 99 miligramas de glicose por decilitro de sangue (mg/dL).

b) Hemoglobina glicada – (HbA1c) é a fração da hemoglobina (proteína do sangue) que se liga à glicose.
Os valores de hemoglobina glicada indicarão se a pessoa está ou não com hiperglicemia.
Os valores considerados normais para pessoas sadias estão entre 4,5% e 5,7%.

c) Curva glicêmica – este exame observa a velocidade com que seu organismo absorve a glicose ingerida.
Os valores de referência são:

• Abaixo de 100mg/dL em jejum.
• 140mg/dL após 2 horas.

O tratamento para diabetes tipo 2 exige o uso de insulina exógena e outros medicamentos para o controle da glicose que serão indicados pelo médico especialista. A atenção deve ser redobrada:

  • O controle da doença deve ser feito com regular verificação dos índices glicêmicos.
  • Cuidados na alimentação, adotando uma dieta saudável e balanceada de acordo com a prescrição médica.
  • Prática regular de atividades físicas.

Quais são os fatores de risco?

Qualquer pessoa pode desenvolver o diabetes tipo 2, porém, existem alguns fatores de risco, como:

• Sobrepeso e obesidade
• Sedentarismo
• Hipertensão
• Idade acima dos 45 anos
• Triglicerídeos elevado
• Histórico familiar da doença
• Consumo elevado de álcool
• Baixos níveis do colesterol HDL.

Diabetes gestacional

A diabetes gestacional é uma doença onde, durante a gestação, inicia-se uma situação de hiperglicemia, que é o aumento dos níveis de glicose no sangue devido aos baixos níveis de insulina no organismo, uma vez que a insulina é responsável por retirar a glicose do sangue.

Este quadro se instala durante a gravidez e ocorre em aproximadamente 4% de todas as gestações.

Causas de diabetes gestacional

Nosso pâncreas é o responsável pela produção de insulina, hormônio importante na regulação do nível de glicose no sangue. Durante a gravidez, o corpo da mulher passa por mudanças em seu equilíbrio hormonal para permitir o desenvolvimento do bebê.

Como exemplo dessa mudança, podemos citar a placenta que é uma fonte importante de hormônios que reduzem a ação da insulina, fazendo com que o pâncreas aumente a produção para compensar este quadro.

Porém, em algumas mulheres esse processo no aumento da produção não ocorre e por isso acaba se instalando um quadro de diabetes gestacional, devido à concentração de glicose no sangue.

Sintomas de diabetes gestacional

A diabetes gestacional é uma condição que geralmente não causa sintomas, mas pode acontecer da gestante sentir sede excessiva, aumento da fome e visão turva. Como a própria gravidez pode fazer com que a mulher sinta alguns sintomas diferenciados, é necessário que exames periódicos sejam realizados durante toda a gestação, principalmente entre as semanas 24 e 28 para avaliar o índice glicêmico no sangue da mãe.

Além do pré-natal, os exames para avaliação do diabetes gestacional são os mesmos para a detecção de diabetes tipo 1 e 2.

a) Exames comuns

  • Glicemia de jejum.
  • Curva glicêmica.
  • Hemoglobina glicada.

Diante deste quadro, o bebê acaba sendo exposto, ainda no ambiente intrauterino, a grandes quantidades de glicose, o que leva a um maior risco de crescimento excessivo, chamado de macrossomia fetal, hipoglicemia neonatal, partos traumáticos e até mesmo diabetes na vida adulta.

b) Fatores de risco

  • Gestação múltipla (gêmeos).
  • Idade materna mais avançada.
  • Hipertensão arterial na gestação.
  • Sobrepeso ou obesidade.
  • Histórico familiar de diabetes em parentes de primeiro grau.
  • Ganho de peso excessivo durante a gravidez.

Tratamentos

Caso a mãe seja diagnostica com diabetes gestacional, será necessário que ela adote um estilo de vida mais saudável para favorecer o perfeito desenvolvimento do feto.

  • Dieta: hábitos como manter uma dieta saudável indicada pelo médico, monitoramento constante da quantidade do açúcar no sangue e exercícios físicos regulares, deverão ser inseridos em seu cotidiano.
  • Aplicação de insulina: caso haja necessidade, o médico também poderá prescrever a aplicação de insulina para baixar o nível glicêmico no sangue.

Em geral, o quadro se normaliza logo após o parto. Porém, existe o risco da mãe ainda acabar desenvolvendo o diabetes tipo 2 após a gestação. Para diminuir as chances que isso ocorra, é importante manter os hábitos de vida saudáveis após a gestação e ter sempre um acompanhamento médico.

Diabetes Insípidus

A diabetes insípidus (ou diabetes insípido) consiste em uma alteração no controle da água no organismo, onde os rins não conseguem reter de forma adequada a água que é filtrada. Consequentemente, a pessoa tende a aumentar o volume da urina, que facilmente pode ultrapassar a marca de 3 litros ao dia, podendo, até mesmo, chegar a 10 litros.

A palavra insípidus remete ao fato da urina ser bastante diluída e quer dizer “sem gosto”, ao contrário do diabetes melittus, onde a pessoa perde muita água e açúcar pela urina, por isso, podendo ficar “doce”.

Tipos de diabetes insípidus

Existem dois tipos de diabetes insípidus:

  • Diabetes insípidus central, onde há a falta de produção ou liberação do hormônio vasopressina.
  • Diabetes insípidus neufrogênica, quando os rins deixam de responder ao hormônio antidiurético.

Esta diferença entre os dois tipos da doença é muito importante, pois o tratamento difere bastante entre os dois casos.

Existe ainda um terceiro tipo de diabetes insípidus, a diabetes gestacional. Ocorre durante a gravidez, onde algumas gestantes podem produzir uma enzima chamada vasopressinase, que inativa o hormônio antidiurético, mas essa condição desaparece após o parto.

Quais são as causas?

Ao contrário dos outros tipos de diabetes, onde há o aumento da concentração de açúcar no sangue, o diabetes insípidus é uma doença rara, caracterizada pela deficiência de um hormônio antidiurético chamado vasopressina, ou também pela incapacidade dos túbulos renais responderem a ele.

Este hormônio é produzido em uma região do cérebro chamada de hipotálamo, e determina em partes, o modo como os rins filtram e reabsorvem fluidos do sangue. Quando existe a falta deste hormônio ou não há a correta resposta dos rins a ele, esses fluidos passam direto pelo rim e são eliminados pela urina.

As causas entre os dois tipos da doença podem variar, sendo elas:

a) Diabetes insípidus central – este tipo ocorre por anormalidades no eixo hipotálamo-hipófise no cérebro. Algumas causas são:

  • Causas genéticas.
  • Anorexia nervosa.
  • Traumas que afetaram o sistema nervoso central.
  • Tumores no sistema nervoso central.
  • Lesões cirúrgicas acidentais no hipotálamo ou hipófise.
  • Encefalopatias por deficiência de oxigênio

b) Diabetes insípidus neufrogênica – este tipo da doença acontece por anormalidades nos túbulos renais, onde os quais não conseguem responder ao hormônio antidiurético. Algumas causas são:

  • Uso crônico de lítio.
  • Hipocalemia (potássio sanguíneo baixo).
  • Hipercalemia (cálcio sanguíneo elevado).
  • Alterações genéticas dos receptores dos túbulos renais.
  • Amiloidose renal.

Os 10 Primeiros Sintomas de Diabetes são:

Veja também esta reportagem que fala sobre os hábitos alimentares dos diabéticos (11:25):

Fome

Mais Sobre Este Assunto

A diabetes provoca uma sensação de fome, mesmo se estiver comido normalmente. A possível explicação está no fato de o hormônio insulina não absorver a quantidade correta de glicose. Isso não dá ao corpo energia suficiente provocando um cansaço, seu cérebro lê esse processo como falta de comida.

Também o nível descontrolado de açúcar no sangue provoca dores de fome, quando atingem níveis muito baixos.

Sede excessiva

Para os diabéticos a sensação de boca seca é normal porque há uma maior perda de líquidos. Seu corpo pode estar desidratado, então, ele tentará repor os fluidos, de forma que você sente mais vontade de beber água.

A pele se torna mais seca por falta de umidade, nesse caso surge mais um sintoma: a coceira na pele.

Fazer xixi além do normal

Ir ao banheiro muitas vezes principalmente a noite é um sinal preocupante. Normalmente, uma pessoa faz xixi em torno de seis a oito vezes durante um dia inteiro, para os diabéticos esse número é maior.

O principal motivo é o fato de o corpo reutilizar a glicose que é passada pelo rim. Para os diabéticos não há esse reaproveitamento. Então, o organismo procura eliminar os fluidos extras, pela urina. O que faz com que você vá mais vezes ao banheiro.

Ainda, por ter mais sede, isso leva a um maior consumo de água, que produz mais urina em comparação com uma pessoa normal.

Visão embaçada

É muito comum em quem tem diabetes o surgimento da visão fraca ou embaçada. Quando a glicose está muito concentrada no sangue, incha as lentes oculares e muda a sua forma. Isso altera a sua concentração ou distorce a visão.

Pode haver uma melhora, quando os níveis de açúcar se normalizam. Para pessoas que sofreram por muito tempo com a glicose descontrolada, isso pode causar a perda total da visão.

Infecções

O surgimento de muitas infecções pode ser sinal de alerta para diabetes. Em especial, os fungos se proliferam mais rapidamente em lugares mais doces. Fique atento a regiões com dobras e umidade, como no caso de:

  • Entre os dedos das mãos e pés
  • Abaixo dos seios
  • Na área dos órgãos sexuais

Essa condição afeta homens e mulheres. As mulheres estão mais propensas a ter infecções por cândida vaginal.

Feridas que demoram curar

Ferimentos ou até contusões demoram mais tempo para curarem. Devido ao açúcar excessivo no sangue, há sérios danos nas veias e artérias. Isso dificulta que a circulação de sangue chegue à área do corpo afetada o que retarda a sua cura.

Dor ou formigamento

Sentir uma dor constante, dormência nos pé e mãos e inchaço indicam que o nervo foi afetado pela diabetes. Esse sintoma é mais comum da diabetes tipo 2.

Perda de peso

Emagrecer rapidamente é um sintoma comum da diabetes tipo 1. Devido à falta de insulina não há síntese de energia, então, o corpo começa a quebrar as moléculas de proteína vindas dos músculos. Isso causa uma perda de peso mesmo que se alimente.

Além disso, os rins estão sempre trabalhando para eliminar os fluidos do corpo de um diabético o que provoca uma perda significativa de calorias.

Náusea e vômito

O que pode acontecer é a queima de gordura em um diabético, o que automaticamente produz cetonas. Essas cetonas provocam mal estar no estômago e geram náuseas e vômitos. Quando estão com níveis muito elevados se tornam um perigo a vida, pois podem surgir a cetoacidose diabética.

1Surgimento de outras doenças de pele

Podem surgir doenças de pele devido à falta de umidade na pele ou a má circulação. Uma dessas doenças é acantose nigricans. É uma condição onde há um escurecimento da pele principalmente ao redor do pescoço e axila.

A insulina é responsável pela redução da glicemia, portanto, se houver falta dela, ou mesmo se ela não agir corretamente, haverá aumento de glicose no sangue o que ocasionará no surgimento do diabetes. Os diabetes é uma doença metabólica decorrente da falta de insulina e da incapacidade dela exercer adequadamente suas funções no organismo, causando o aumento da glicose no sangue. Assim, o pâncreas fica incapacitado de produzir a insulina em quantidade suficiente para suprir as necessidades do organismo.

Além disso, comer menos carboidratos refinados e muita proteína magra ajuda a melhorar o controle de açúcar no sangue e reduz o risco de complicações relacionadas ao diabetes. Por isso, pesquisamos e selecionamos os alimentos para que os diabéticos possam controlar a doença e terem uma melhor qualidade de vida.

Veja a Seguir os Alimentos Recomendados para Combater o Diabetes:

 

Frutas:

Deve-se evitar as frutas que contém carboidratos e mais doces como:

  • Maças – são naturalmente baixas em calorias, no entanto, seu alto teor de fibra (4 gramas) sacia sua fome, combate o colesterol ruim e equilibra o açúcar no sangue.
  • Abacate – rico, cremoso e cheio de gordura benéfica, o abacate ajuda a manter o açúcar no sangue após a refeição. Faça maionese de abacate e passe no pão em vez de manteiga.
  • Frutas Vermelhas – contêm uma grande quantidade de antioxidantes que ajudam a proteger os nervos, olhos e o coração, mas é preciso tomar cuidado, pois as frutas contém certa quantidade de açúcar natural, 3 a 4 porções por dia são suficientes, porém prefira a fruta ao suco pois os nutrientes diminuem no processo do suco.
  • Morangos – são uma das frutas mais nutritivas que você pode comer. Eles são ricos em antioxidantes conhecidos como antocianinas, o que lhes dá a cor vermelha. As antocianinas reduzem os níveis de colesterol e insulina após uma refeição.
  • Mirtilos também se destacam: eles contêm fibras insolúveis (que “cortam” a gordura do seu corpo) e fibra solúvel (que diminui o esvaziamento do estômago e melhora o controle do açúcar no sangue).
  • Uva
  • Banana
  • Caqui
  • Figo
  • Frutas em caldas.

Grãos:

Os grãos são excelentes  fontes de fibra alimentar.  Feijão, marrom, preto, branco, todos os tipos contém um terço da necessidade diária em meia xícara. Os grãos fazem com que você se sinta satisfeito por mais tempo e  torna a digestão mais lenta evitando os picos de glicose no sangue depois das refeições.. Entre os principais estão:

  • Aveia – já se perguntou por que a aveia é tão boa para você? É porque está carregada de fibra solúvel que, quando misturada com água, forma uma pasta. Portanto, demora mais tempo para o seu corpo converter os carboidratos que você comeu em açúcar no sangue. Não gosto de aveia pela manhã? Compre farinha de aveia e use-a em sopas.
  • Sementes de linhaça – podem reduzir a inflamação, diminuir o risco de doença cardíaca, diminuir os níveis de açúcar no sangue e melhorar a sensibilidade à insulina.
  • Sementes de chia – elas são extremamente elevadas em fibras e baixas em carboidratos. As sementes de chia podem ajudá-lo a atingir o peso ideal porque a fibra reduz a fome e faz com que você se sinta satisfeito.
  • Pão integral – comer pão branco é praticamente comer açúcar quando se trata de aumentar o nível de açúcar no sangue. Então, mude para o integral e melhore sua sensibilidade à insulina.
  • Cereal – se você consumir um cereal com alto teor de fibras no seu café da manhã comerá menos ao longo do dia e para seu café ficar completo adicione frutas ao seu cereal. Ele regulará seu intestino e ajudará no controle da doença.
  • Arroz
  • Granola

Leguminosos:

Os leguminosos controlam o índice de glicemia. Os principais são:

  • Nozes – são cheias de gordura porém são gorduras do bem que combatem as doenças cardíacas, também ajudam a reduzir a resistência à insulina e facilitam o controle  dos níveis de glicose. Se consumidas com moderação podem até ajudá-lo a perder peso. Ainda mais as nozes contêm excelentes fontes de vitamina E  que protege as células e ajudam a prevenir danos nos nervos e olhos.
  • Feijão
  • Ervilha
  • Lentilha
  • Grão de bico
  • Fava
  • Soja

Vegetais:

Os vegetais são parte importante no tratamento e também são ricos em fibras, além de auxiliar na prevenção de outras doenças. Os verdes folhosos são boas fontes de antioxidantes luteína e zeaxantina. Esses antioxidantes protegem seus olhos da degeneração macular e das cataratas, que são complicações comuns do diabetes. Os principais vegetais para diabetes são:

  • Cenoura – a quantidade de açúcar nas cenouras é extremamente baixa. Isso é uma boa notícia porque as cenouras são uma das fontes mais ricas de betacaroteno da natureza, que está ligada a um menor risco de diabetes e a um melhor controle de açúcar no sangue. Faça algumas “batatas fritas” cortando cenouras em tiras finas e asse por 40 minutos.
  • Cúrcuma ou Açafrão – seu ingrediente ativo, a curcumina, pode diminuir a inflamação e os níveis de açúcar no sangue, reduzindo o risco de doença cardíaca. Além disso, a curcumina parece beneficiar a saúde renal em diabéticos. Isto é importante, uma vez que o diabetes é uma das principais causas de doença renal.
  • Alho – ajuda a baixar o açúcar no sangue, inflamação, colesterol LDL e pressão arterial em pessoas com diabetes.
  • Quinoa – ao contrário da maioria dos grãos, a quinoa é uma ÓTIMA fonte de proteína. Contém fibra que ajuda a equilibrar os níveis de açúcar no sangue e mantê-lo saciado, por mais tempo. No entanto, comer alimentos que ajudem a manter o nível de açúcar no sangue, insulina e inflamação sob controle podem reduzir drasticamente seu risco de desenvolver complicações por conta do diabetes.
  • Tomate
  • Espinafre
  • Brócolis
  • Repolho
  • Couve
  • Rabanete
  • Agrião
  • Couve de Bruxelas

Carnes

Sim, escolha os cortes mais magros e coma pequenas porções. Obter proteína suficiente durante as refeições lhe manterá satisfeito. Além disso, ajuda a manterá a massa muscular caso perca peso.

  • Peixe –  é uma excelente fonte de proteínas e um bom substituto para carnes gordurosas, as pessoas que tem diabetes frequentemente possuem um alto nível de triglicerídeos e baixos níveis de HDL, o colesterol “bom” e os peixes que contém mais gordura possuem a melhor fonte do ácido graxo ômega-3, responsável por manter as artérias limpas.
  • Peito de aves – com baixos níveis de gordura saturada o peito de frango é um dos melhores alimentos para diabéticos, o peito de peru é ainda mais magro e faz muito bem também, recomenda-se consumi-los de três a quatro vezes por semana.

Outros

  • Vinagre de Maça – O vinagre de cidra de maçã tem muitos benefícios para a saúde. Embora seja feito de maçãs, o açúcar na fruta é fermentado em ácido acético e o produto resultante contém menos de 1 grama de carboidratos por colher de sopa. O vinagre de cidra de maçã melhora a sensibilidade à insulina e abaixa os níveis de açúcar no sangue em jejum.
  • Adoçante –  substitua o açúcar pelo adoçante, no entanto, deve ser aqueles não calóricos, como a sacarina.
  • Azeite – na preparação dos alimentos substitua o óleo por azeite. A azeite contém um componente anti-inflamatório tão forte que os pesquisadores comparam a aspirina. Ao contrário da manteiga, a boa gordura no óleo de oliva não aumentará a resistência à insulina. Um toque de azeite também retarda a digestão, então sua refeição é menos propensa a aumentar sua glicemia. Use-o em saladas, batatas assadas, macarrão ou praticamente qualquer coisa.
  • Iogurte grego – é uma ótima escolha de lácteos para diabéticos. Verificou-se que melhora o controle de açúcar no sangue e reduz o risco de doença cardíaca, devido aos probióticos que contém. Além disso, o iogurte grego contém apenas 6-8 gramas de carboidratos por porção, o que é menor do que o iogurte convencional. Também é maior em proteínas, o que promove a perda de peso, reduzindo o apetite e diminuindo a ingestão de calorias.

Quais são os tratamentos disponíveis?

  • Diabetes insípidus central: para~este tipo, o tratamento é feito com a reposição do hormônio antidiurético sintético via oral.
  • Diabetes insípudus neufrogênico: já no diabetes insípidus neufrogênico o tratamento é feito com a suspensão do lítio que vinha sendo tomado, ou a correção dos distúrbios de potássio e cálcio, que ocasionalmente podem existir.
  • Genética: nos casos onde a doença é genética, o tratamento indicado deve ser uma dieta pobre em sal, antiinflamatórios e diuréticos tiazídicos.

Vale lembrar que os adultos que sofrem com diabetes insípidus podem levar uma vida saudável por décadas, desde que mantenham adequado o nível de ingestão de água necessário para compensar as perdas pela urina.

Sempre tenha o acompanhamento de um médico especializado e jamais se automedique.

10 Mitos Sobre Diabetes que Você Precisa Saber

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Existem muitos mitos sobre a diabetes, os quais diminuem a credibilidade sobre outros fatos importantes e até mais difíceis de acreditar. Como, por exemplo, é preciso encarar que a diabetes é uma doença grave e potencialmente mortal.

Esses mitos pode criar uma imagem imprecisa da diabetes, cheia de estereótipos e estigma. Por isso, listamos aqui verdades que irão desmistificar cada um dos 10 mitos sobre a diabetes. Confira a seguir.

Mito 1: Diabetes não é uma doença tão grave assim.

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Verdade: Se você gerenciar seu diabetes corretamente, você pode prevenir ou retardar as complicações. No entanto, diabetes causa mais mortes por ano do que o câncer de mama e AIDS juntos. Duas em cada três pessoas com diabetes morrem de doença cardíaca ou acidente vascular cerebral.

Mito 2: Se você estiver com sobrepeso ou obeso, você acabará por desenvolver diabetes tipo 2.

Verdade: Excesso de peso é um fator de risco para o desenvolvimento desta doença, mas outros fatores de risco, como histórico familiar, etnia e idade também irão influenciar.

Infelizmente, muitas pessoas ignoram outros fatores de risco e acreditam que o peso é o único fator de risco para diabetes tipo 2. Na verdade, a maioria das pessoas com excesso de peso nunca desenvolve diabetes tipo 2 e muitas pessoas com este tipo de diabetes estão em um peso normal ou apenas um pouco acima do peso.

Mito 3: Comer muito açúcar causa diabetes.

Verdade: A resposta não é tão simples. Diabetes de Tipo 1 é causada pela genética e fatores ainda desconhecidos que provocam o aparecimento da doença. Diabetes tipo 2 é causada por fatores genéticos e estilo de vida.

Estar acima do peso faz aumentar o risco de desenvolver diabetes tipo 2, e uma dieta rica em calorias de qualquer fonte contribui para o ganho de peso. A pesquisa mostrou que o consumo de bebidas açucaradas está ligada à diabetes tipo 2.

A Associação Americana de Diabetes recomenda que as pessoas devem evitar o consumo de bebidas adoçadas com açúcar, assim irá ajudar a prevenir diabetes. Segue uma lista geral de das principais bebidas adoçadas com açúcar:

  • Refrigerante normal
  • Ponche de frutas
  • Bebidas de frutas
  • Bebidas energéticas
  • Bebidas esportivas
  • Chá doce

Estas, irão aumentar a glicose no sangue e podem fornecer várias centenas de calorias em apenas uma porção!

Exemplo:

  • Apenas uma lata de refrigerante normal tem cerca de 150 calorias e 40 gramas de carboidratos. Esta é a mesma quantidade de hidrato de carbono em 10 colheres de chá de açúcar
  • Um copo de ponche de fruta e outras bebidas de fruta açucarado tem cerca de 100 calorias (ou mais) e 30 gramas de carboidratos.

Mito 4: As pessoas com diabetes devem comer alimentos especiais.

Verdade: Um plano de refeição saudável para as pessoas com diabetes é geralmente o mesmo que uma dieta saudável para qualquer um:
Baixo teor de gordura saturada e trans
Moderada em sal e açúcar
Refeições à base de proteína magra
Grãos integrais
Frutas.

Os alimentos diabéticos e “dietético”, geralmente, não oferecem nenhum benefício especial. A maioria deles ainda pode elevar os níveis de glicose no sangue, além de ser mais caros e podem também ter um efeito laxante, se contiverem álcoois de açúcar.

Mito 5: Se você tem diabetes, você só deve comer pequenas quantidades de alimentos ricos em amido, como pão, batatas e massas.

Verdade: Alimentos ricos em amido pode ser parte de um plano de refeições saudáveis, mas o tamanho da porção é fundamental e não pode ser exagerado.

Pães integrais, cereais, massas, arroz e vegetais ricos em amido, como batatas, inhame, ervilha e milho podem ser incluídos em suas refeições. Além destes, frutas, feijão, leite, iogurte e doces também são fontes de carboidratos que serão benéficos e podem ser incluídos em suas refeições.

Gostaria de saber quanto carboidrato você pode consumir? Uma boa quantidade para começar é de cerca de 45-60 gramas de carboidratos por refeição. No entanto, você pode precisar de mais ou menos carboidratos nas refeições dependendo de como gerencia sua diabetes. Você e seu médico podem descobrir a quantidade certa. Assim, poderá escolher o seu alimento e o tamanho da porção ideal.

Mito 6: Pessoas com diabetes não podem comer doces ou chocolate.

Verdade: Se consumidos como parte de um plano de refeições saudáveis, ou combinado com exercício, doces e sobremesas poderão ser consumidos por pessoas com diabetes. Eles não são mais “fora dos limites” para as pessoas com diabetes do que eles são para pessoas sem diabetes.

O segredo para poder comer doce é consumir em uma parcela muito pequena e apenas em ocasiões especiais, além de manter atividade física regularmente. Fazendo isso, irá conseguir se concentrar em um estilo de vida mais saudável, como praticar caminhadas (ou exercícios) e manter uma alimentação adequada.

Mito 7: Você pode pegar diabetes de alguém.

Verdade: Não. Embora nós não sabemos exatamente por quê algumas pessoas desenvolvem diabetes, sabemos que a diabetes não é contagiosa. Ela não pode ser adquirida como um resfriado ou gripe. Parece haver alguma ligação genética em diabetes, particularmente do tipo 2. Fatores de estilo de vida também desempenham um papel fundamental para o surgimento da diabetes.

Mito 8: As pessoas com diabetes são mais propensas a pegarem resfriado e outras doenças.

Verdade: Você não é mais propensos a pegar um resfriado, ou outra doença, por ter diabetes. No entanto, as pessoas com diabetes são aconselhadas a obter vacinas contra a gripe. Isso ocorre porque qualquer doença pode tornar mais difícil manter o controle sobre a diabetes. Além disso, pessoas com diabetes que ficam resfriadas, estão mais propensas a desenvolverem complicações mais sérias.

Mito 9: Se você tem diabetes tipo 2 e seu médico diz que você precisa começar a usar insulina, isso significa que você esteve tratando a diabete incorretamente.

Verdade: Para a maioria das pessoas, diabetes tipo 2 é uma doença progressiva. Quando diagnosticada pela primeira vez, muitas pessoas com diabetes tipo 2 podem manter a sua glicose no sangue em um nível saudável com medicamentos orais. Mas com o tempo, o corpo gradualmente produz cada vez menos de sua própria insulina e, eventualmente, medicamentos orais deixam de ser suficientes para manter os níveis de glicose no sangue em um nível regular. O uso de insulina para obter os níveis de glicose no sangue em um nível saudável, é uma coisa boa, não um mau.

Mito 10: Frutas são alimentos saudáveis. Portanto, tudo bem comer o quanto quiser.

Verdade: A fruta é um alimento saudável. Ela contém fibras e muitas vitaminas e minerais. Porém, já que frutas também contêm carboidratos, elas precisam ser incluídas em seu plano de refeição. Fale com o seu nutricionista sobre a quantidade, frequência e tipos de frutas que você deve comer.

Procurando ajuda médica

Se sentir um ou mais sintomas de diabetes procure o médico para ver se está tudo bem. Pode ser que seja solicitado o teste para diabetes. Esses testes são simples e não causam dor. O mais comum é o teste de glicemia em jejum, onde analisa o nível de açúcar no sangue após oito horas sem se alimentar.

Se sua glicose está acima de 126 (mg / dL) mesmo após refazer o teste, é sinal de diabetes.

Consulte o seu médico se:

  • Sentir uma forte dor de barriga
  • Está indo muito ao banheiro
  • Sua respiração está muito profunda e rápida
  • Sentir enjoos e estiver com a boca seca
  • Se está com hálito doce semelhante ao removedor de unha.

Quanto mais cedo descobrir a diabetes, menos danos terá a sua saúde e, assim, evitará complicações sérias. Então, se sentir os sintomas de diabetes mencionado acima e se tiver mais de 45 anos, não deixe de fazer o teste para diabetes.

 

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