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O que é Artrite?

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Quando falamos de Artrite, estamos nos referindo a uma enfermidade de caráter crônico e sistêmico. A doença é considerada sistêmica quando ela tem a capacidade de atingir partes variadas do corpo humano e no caso da artrite, apesar do foco central estar nas regiões articulares, ela também tem essa capacidade.

A incidência de Artrite chega a atingir até um por cento de toda a população do planeta, e no caso de mulheres ela ataca com muito maior frequência do que os homens. Estudos realizados em meados de 2004 revelou que só no Brasil a enfermidade afeta quase meio por cento dos indivíduos. Inclusive, aqueles que possuem casos na família acabam ficando mais suscetíveis a desenvolvê-la em algum momento da vida, por conta do fator genético que contribui para o seu surgimento.

Um indivíduo que apresenta Artrite tem seu sistema de imunidade desequilibrado, ou seja, ao invés dele desempenhar sua função de proteger o organismo contra ataques de vírus ou bactérias, ele acaba atacando tecidos saudáveis do corpo. De forma mais precisa, o sistema age contra a membrana sinovial, que é basicamente uma espécie de película de aspecto fino que é responsável por cobrir toda a região das articulações.

Desse modo, depois que o ataque indevido ocorre, as articulações ficam inflamadas e em vista disso que o indivíduo começa a sentir dores no local, além do fato de que ele fica mais inchado e com aparência de cor avermelhada, com ênfase na mão e no pé. Vale relembrar que essa doença pode se espalhar para outros tipos de articulações, desde os joelhos até os tornozelos, os ombros e os cotovelos. Outras regiões internas do corpo também podem ser afetadas: desde o pulmão até os olhos e a coluna cervical.

Em suma podemos afirmar que a principal característica Da Artrite é o fato de deixar articulações inflamadas, podendo causas complicações que comprometam, outros órgãos do organismo humano. O paciente que não faz o tratamento de maneira correta pode deixar o quadro se agravar cada vez mais, onde a inflamação continua persistindo e isso pode comprometer o bom estado das juntas, causando possíveis deformações ou ainda o paciente pode acabar tendo mais limitações na hora e desempenhar uma tarefa simples do cotidiano.

Essa enfermidade não ataca uma idade específica, qualquer pessoa pode ser acometida por ela em algum momento. Contudo, o público que mais se prejudica, além das mulheres, inclui pessoas com idade mais avançada, visto que o tempo acaba desgastando naturalmente os ossos. Inclusive, indivíduos com obesidade, que tenham alguma doença celíaca, ou seja, que sejam intolerantes ao glúten, tem um organismo que tem mais dificuldade para conseguir promover a absorção correta de nutrientes importantes presentes nos alimentos. Ela também costuma ocorrer com mais frequência na população nativa americana. Para se ter uma ideia cerca de vinte e cinco por cento das pessoas acaba sofrendo com alguma Artrite, isso representa uma estimativa de uma pessoa para cada quatro analisadas.  Outra curiosidade é que o indivíduo de cor branca tem muito mais risco de sofrer com o problema do que negros, orientais e de origem latina e o estimado é que quase quinze por cento das pessoas que ultrapassarem a faixa etária dos trinta anos em algum momento desenvolva a doença. Isso representa a quantidade aproximada de uma pessoa para cada sete analisadas.

A população mundial constitui em dez por cento de homens que sofrem com Artrite e em quinze de mulheres que também apresentam a condição. Se analisarmos apenas aqueles que estão com idade acima de sessenta e cinco anos essa porcentagem cresce absurdamente, pulando para trinta e cinquenta por cento respectivamente.

A Artrite é classificada em diversos tipos, e a causa principal de sua ocorrência pode variar por conta disso. Se por ventura uma pessoa ter quatro ou mais articulações com inflamação, denominamos essa situação como Poliartrite, que costuma atingir pacientes que sofrem de doenças sistêmicas, das quais enfatizamos a própria Artrite Reumatóide e o Lúpus. Se somente uma articulação está apresentando inflamação, a condição é denominada de Monoartrite.

Logo mais, você aprenderá mais sobre o tema e terá dicas para conseguir resolvê-lo. Tenha uma boa leitura!

Fatores causadores de Artrite

Quando a articulação fica inflamada podemos considerar diversas razões: Trauma, natural desgaste da região, cristais que costumas se acumular, enfermidade de caráter autoimune e algum quadro de infecção decorrente de vírus ou bactéria.  O problema pode causar lesões na região cartilaginosa. Para quem não sabe, essa região é basicamente o tecido que visa proteger nossa articulação, permitindo desse modo, a sua saudável locomoção com movimentos neutros que permita absorver o choque que constantemente ocorrer entre a nossa estrutura óssea. Além disso, ter artrite também pode significar outras lesões na cápsula do local, os ligamentos e inclusive nos ossos presentes ao seu redor.

Essas possíveis causas podem ser tratadas gradativamente e depois de melhorar a articulação se torna saudável novamente. Mas vale enfatizar que a depender do motivo que levou o indivíduo desenvolver a condição, nem sempre isso pode acontecer, que éo que chamamos de Artrite de nível crônico.

O que difere a Artrose da Artrite?

Confundir ambas condições é bastante comum, porque embora ambas enfermidades sejam distintas, apresentam sintomas similares. Mas cada uma se destaca por suas características próprias, além de que o processo de tratamento década um é particular, por isso não podemos dizer que são problemas equivalentes.

Resumidamente, para que você compreenda os fatores que a diferem, preste atenção: Problemas com artrose provocam corrompimento de articulações, enquanto que os da artrite apenas as infamam. Por isso que é correto considerar a artrose como um tipo de artrite, em um nível bem mais sério. Curiosidade: a região da cartilagem tem a faculdade de amortecer nossos ossos, protegendo-os.

  • Principais causas da Artrose

Para compreendermos ainda mais as diferenças entre a Artrite e a Artrose, vale a pena conhecer os fatores que promovem o surgimento desta última. De maneira geral, a Artrose desgasta a parte estrutura do osso, mais precisamente a cartilagem e é penando neste contexto que seus fatores causadores se baseiam. A doença costuma afetar as juntas da coluna, do quadril e dos joelhos, uma vez que dentre a totalidade das articulações presentes no corpo, são as que mais sofrem com impacto ou carga elevada.

Basicamente existem inúmeros motivos que podem justificar o seu surgimento. Veja alguns deles a seguir:

Desgaste das articulações: Naturalmente as nossas juntas vão se desgastando com o passar do tempo, por conta do nosso corpo que vai envelhecendo gradativamente e que se predomina depois que o indivíduo ultrapassa meio século de vida.

Sobrecarga no ambiente laboral: As atividades remuneradas que exigem certo esforço das articulações podem contribuir para o surgimento da Artrose. Um exemplo disso são os trabalhadores domésticos, os cabelereiros e assim por diante.

Sobrecarga na realização de determinados esportes: Alguns dos esportes exigem que o indivíduo repita diversos movimentos com determinadas articulações ou que ainda exija a realização de movimentos de torção. Dos principais podemos mencionar o futebol, o beisebol e o futebol americano.

Sensação de Fraqueza: Fraqueza nas pernas podem contribuir para o desencadeamento da enfermidade;

Intensos agachamentos: Os exercícios que exigem do indivíduo movimentos repetidos de agachamento ou que ainda necessite que a pessoa se ajoelhe conforme levante objetos com peso considerável também pode ser um fator causador;

Estar acima do peso: Quando estamos acima do peso normal, naturalmente promovemos maior impacto nas articulações e isso desgasta mais as juntas das pernas e da coluna, especialmente.

Ocorrência de traumas: se as articulações sofrerem com traumas, torções ou ainda com pancadas, podem acabar sendo acometidas por um quadro de Artrose.

Caráter Genético: A Artrose pode surgir por fatores hereditários, mas não podemos nos esquecer que qualquer pessoa em qualquer idade pode sofrer com ela em algum momento da vida.

Ocorrência de Gota: Que também é um tipo de Artrite e que pode contribuir para a evolução gravídica do caso, surgindo dessa maneira a Artrose.

Sofrer com alguma enfermidade de caráter metabólico: E um exemplo disso é a diabetes.

  • Quais as regiões mais atingidas pela Artrose?

Qualquer articulação pode ser afetada pela Artrose, mas as mais comunas são as que destacaremos a seguir:

As que possuem a responsabilidade de sustentar o corpo: que é o caso das juntas presentes no quadril e no joelho. Nessa situação o indivíduo sofre com muitas dores e não conseguem andar normalmente.

As juntas presentes na coluna: Tantos as articulações que estão presentes no pescoço como aqueles que ficam no término da coluna causam dores em ambas as regiões e o problema para se locomover se instala.

As que estão localizadas nas mãos: as juntas dos dedos, com predominância a do polegar, acabam sofrendo mais om as dores decorrentes da doença, ficam inchados e os dedos podem acabar ficando deformados. Esse tipo faz com que o indivíduo tenha maior dificuldade para conseguir pegar objetos pequenos como um lápis.

As juntas localizadas nos ombros: Nesse caso, a pessoa sofre com dores nessa região e que pode propagar-se para a região do pescoço. Além disso, fica muito difícil conseguir mexer os braços normalmente.

  •  Principais sintomas da Artrose:

Dos sintomas mais frequentes nesse tipo de Artrite podemos enfatizar:

  • Presença de dores na junta atingida pelo problema;
  • Fica cada vez mais difícil realizar movimentos simples com os locais atingidos pela doença;
  • A articulação fica inchada e rígida.

Na medida em que esses indícios vão evoluindo sem tratamento adequado, o quadro vai se agravando e a região da articulação afeta pode sofrer deformações.

  • Quem tem mais chance de desenvolver Artrose?

Existe o grupo de pessoas que acabam ficando mais suscetíveis a sofrer com o problema. Veja quem são:

Pessoas com meia idade: Quando os sessenta anos chegam, com o passar do tempo vai aumentando o risco de ocorrer uma Artrose;

Pessoas do sexo feminino: Mulheres tem mais chance de sofrer com o problema do que homens e essa regra vale para todo o grupo de enfermidades de caráter reumático;

Pessoas do sexo masculino: Aqui temos uma exceção: com idade inferior a quarenta e cinco anos, o homem acaba sendo mais suscetível do que uma mulher.

Pessoas acima do peso: Quem está obeso, tem mais chance de ter Artrose, porque o excesso de peso sobrecarrega as regiões articulares do joelho e do quadril.

  • Principais complicações

Basicamente podemos afirmar que por se tratar de uma doença que provoca inflamação e degeneração, é difícil ou praticamente impossível falar de prognósticos positivos para o paciente vive com a condição. Em vista disso que quando falamos de tratamento, estamos nos referindo à métodos que ajudam a promover o alívio de dor e inflamação decorrente da condição.

Se o fato de conseguir retardar a sua evolução ocorrer de fato, a capacidade locomotora pode apresentar bastante melhora e consequentemente o indivíduo consegue viver comais qualidade.

Em quais tipos a Artrite se divide?

  • Artrite que provoca degeneração – esse nível da enfermidade deixa a região cartilaginosa das articulações corrompidas. Em vista disso, a estrutura óssea do indivíduo vai se atrofiando. Também é chamada de Artrose, como vimos mais anteriormente.
  • Artrite que provoca gota – essa versão atinge comais frequência população masculina. A razão pela qual ela surge está ligada ao minério localizado na uretra: o microcristal. As regiões articulares que costumam ser mais acometidas são as do joelho, do cotovelo, do tornozelo e da parte dorsal do pé. Também chamada de gota e de Doença dos Reis, ela acontece na maioria das vezes quando a quantidade de ácido úrico, que fica presente no sangue, ultrapassa os níveis normais. Esse fenômeno trata-se da Hiperuricemia. A doença se manifesta de formas variadas, e por isso existem aqueles que sofrem apenas com uma crise mais aguda de Artrite, enquanto que outros já são cometidos por depósitos de cristais, mudanças significativas nas funções desempenhas pelos rins e ainda com o surgimento de cálculos nessa região.

Tempos antes de Jesus Cristo nascer já foram registrados quadros de Artrite Gotosa. Nesse tempo, a enfermidade levava outro nome: “Enfermidade dos patrícios”. Entre o período entre o século dezessete e dezenove, ocorreu uma epidemia da doença na Roma Antiga, ou seja, perdurou por aproximadamente duzentos anos. O que talvez justifique esse cenário é a questão do chumbo que acabou intoxicando muitas pessoas da época, por intermédio de alimentos e do vinho. A questão é que o Chumbo, quando presente em quantidade exageradas acaba interferindo no processo de excreção do ácido úrico realizado pelos rins.

Só que nesse tempo, a causa da Gota era ligada ao fato de comer muito e em vista disso não existia remédios que ajudassem a diminuir a quantidade desse ácido no organismo. Muitas pessoas famosas foram vítimas da doença, desde Alexandre, o Grande, até Leonardo Da Vinci, Charles Darwin e Isaac Newton. Inclusive, a Gota foi considerada durante anos um problema ligado ao pecado capital que conhecemos como gula.

A Artrite Gotosa divide-se em dois tipos básicos: Gota de nível primário e gota de nível secundário. A de Nível primário quando o processo metabólico de purinas sofre um erro, onde promove a elevação da produção de ácido úrico ou ainda por conta de problemas que ocorrem no processo de excreção dos rins, que inclusive é um dos fatores causadores que surgem com maior incidência. Já a secundária ocorre quando uma outra doença acaba se desenvolvendo, como é o caso da Leucemia, do Linfoma, da Insuficiência dos Rins e assim por diante. Pode surgir também nas pessoas que usam determinados tipos de remédios ou ainda quando se expõem à uma alimentação rica em purina, quando chegam em estado de inanição ou ainda se sofrem de desidratação muito grave.

A doença também é vista em duas fases distintas :

Fase 1: A fase um é o que chamamos de Gota aguda, que geralmente surge aos quarenta anos de idade, onde de repente ocorre o surgimento de dores nas articulações. É normal que apenas uma articulação sofra algum tipo de comprometimento, que pode ser associada ao calor, rubores e edemas que aparecem no local. Nesse caso, a articulação que é mais afetada é aquela presente no dedão do pé, chamada de Metatarsofalangeana, porém pode atingir outros locais, dedos os demais dedos dos pés, até joelhos, tornozelo, punho, mão e cotovelo. Quando a crise ataca, promove quadros febris e sensações de calafrios. Podem durar de horas até alguns dias e uma vez que acaba o indivíduo entra numa fase chamada de intercrítica, que é o tempo onde ele não apresenta os sintomas da doença.

Fase 2: É a fase da Gota crônica, onde os sintomas começam a aparecer e desaparecer em determinados períodos. O indivíduo que tem a doença nessa fase sente muita dor que se espalha por diversas articulações, além de outros aspectos inflamatórios que costumam surgir associados: edema e sensação de calor. Ambos podem provocar deformações e o surgimento de nódulos que se dão por conta de cristais de ácido úricos que acabam se acumulando. A maioria desses nódulos não provocam dor e aparecem em diversas partes do corpo, limitando desse modo os movimentos feitos pelas articulações ou ainda provocar úlceras ou drenar secreções que se assemelham com pó de giz em estado molhado.

  • Artrite de caráter piogênico – nesse caso, a artrite precisa ser cuidada dom urgência, visto que é encarada como uma das versões mais graves do problema em termos médicos. Nesse caso, ela se desencadeia por conta de duas bactérias, conhecidas como Staphylococcus aureus e Nisseria gonorrhoeae. Os principais fatores que abrem as portas para que ela se desenvolva incluem enfermidades gravíssimas, utilização de drogas, intervenções cirúrgicas de nível ortopédico, diabetes e assim por diante. Ela afeta s regiões dos ombros, dos joelhos e ainda pode chegar no fêmur localizado na coxa. Já no caso do tornozelo, do cotovelo e do punho, esse tipo da doença praticamente não provoca nenhum dano neles. A Artrite Piogênica, apesar de ser grave, está sendo controlada por conta do uso equilibrado de remédios antibióticos e por isso, a perspectiva de melhora do paciente só vem aumentando.
  • Artrite de caráter psoríaco –aqui relacionamos a artrite com uma doença que atinge a pele chamada de psoríase. São tais articulações que costumam ser mais atingidas nesse nível da doença.  Trata-se de uma enfermidade de caráter inflamatório que afeta as bases genética e de imunidade, atingindo desde os ligamentos até tendões e as variadas articulações. Além disso, a doença causa dores e ainda pode destruir gradativamente as juntas. Nesse caso, tanto o homem como a mulher têm a mesma chance de ser afetado pelo problema e em boa parte dos casos ela se manifesta antes mesmos dos sintomas que atingem as articulações aparecerem e isso ocorre em qualquer estágio da enfermidade. Contudo, existem casos em que esses sintomas podem sim surgir antes da própria Psoríase e são raras as situações em que ambos ocorrem simultaneamente.

Vale saber que há cinco versões em que a doença se manifesta. Elas variam desde o quadro que afeta pouquíssimas articulações até o quadro onde o problema é mais grave e prejudica diversas regiões articulares, podendo até destruí-las. Inclusive ela pode chegar em outros locais do corpo, ressaltando que dos tipos que iremos abordar mais adiante, pode ocorrer a incidência de mais de um em um mesmo paciente, que dependerá principalmente do estágio da enfermidade e o instante em que ela de fato recebeu diagnóstico:

Do tipo Oligoarticular: Esse tipo de Artrite costuma atingir uma quantidade inferior à cinco articulações, porém ela prejudica aquelas mais importantes, como é o caso dos joelhos e dos tornozelos. Contudo, pequenas articulações também podem ser atingidas, como é o caso das mãos e dos pés.

Do tipo Poliarticular: Nesse caso, mais de cinco articulações são o alvo da doença e ela parece com a Artrite do tipo Reumatóide. Além disso, deformações nas juntas das mãos, dos pés, dos joelhos e dos tornozelos podem ocorrer.

Do tipo Distal: Que é quando atinge as articulações que se localizam na região distal dos dedos das mãos. E ela acomete com predominância aquelas juntas que estão mais perto das unhas.

Do tipo Mutilante: Esse tipo destrói as juntas, enfatizando aquelas presentes no pé e na mão.

Do tipo que afeta a coluna: apesar da incidência ser rara, não podemos esquecer que existe chance de ela ocorrer. Nesse caso, a doença promove sensação de dor na região da coluna e por isso acaba limitando fisicamente o paciente.

  • Artrite do tipo Reumatóide – a Reumatóide prejudica diretamente o nosso sistema de imunidade, visto que ataca as regiões articulares periféricas da cartilagem, podendo até prejudicar a região que envolve tais articulações. Sua incidência alcança até um por cento da população mundial, e acabam deixando os locais afetados com inchaço, vermelhos e sofrendo com muita dor. O ataque promovido pela doença deixa as regiões com aspecto inchado, com certa rigidez e com dores. Vale enfatizar que a dor é tão intensa que pode prejudicar e limitar a função motora do indivíduo. Inicialmente, essa Artrite atinge predominantemente os dedos, os joelhos e tornozelos e se não for tratada eficientemente pode provocar deformações nas regiões afetadas e ainda pode promover a degeneração óssea. Para se ter uma ideia, a qualidade de vida do paciente é tão prejudicada que até um simples ato de escovar os dentes vira um desafio.

Nesse caso, mulheres entre a idade de trinta e cinquenta anos possuem mais suscetibilidade para sofrer com a condição. Aliás, os danos provocados não afetam a penas a região das juntas. Para ser uma noção, o estado inflamatório promovido pela enfermidade é tão sério que os riscos de acabar tendo um infarto ou um AVC cresce absurdamente. Fora o fato de que os olhos, os nervos e os pulmões também podem sofrer comprometimento.

Artrite nas articulações da mão. Porque ocorre?

A artrite que atinge a mão é a do tipo Reumatóide, que vimos um pouco mais anteriormente. Sua incidência se direciona principalmente para as regiões articulares pequenas, seja elas da mão ou do pé. Quando isso ocorre, o processo que reveste ela é prejudicada, por isso o local costuma inchar fazer o indivíduo sentir dor. Inclusive, é um problema que pode se agravar, virando uma espécie de erosão na estrutura óssea e ainda acaba deformando determinadas articulações. As juntas de uma pessoa ficam muito prejudicadas e a depender do grau de seriedade em que ela se apresenta, regiões como a epiderme, os olhos, os pulmões e os vasos de sangue podem ser atingidos também. Dos fatores que mais causam essa condição estão:

  • Herança genética;
  • Infecções decorrentes de vírus e bactérias;
  • Uso de nicotina (cigarro);
  • Fumantes indiretos (que são passivos, ou seja, inalam a fumaça do cigarro de alguém que sempre está por perto);
  • Fatores ligados ao ambiente (sílica, como por exemplo).

E no joelho: como ocorre?

Aqui dividimos a doença em três tipos pelo qual ela se manifesta: A camada osteoartrite, a que atinge a mão, (Reumatóide) e a decorrente de traumas (pós-traumática), respectivamente. No primeiro caso, ela incide os idosos que ultrapassaram seus sessenta e cinco anos de idade. Contudo, ela pode sim prejudicar alguém mais jovem e nesse contexto é considerada a responsável número um, por ocasionar dor nas partes musculares e nos ossos que fazem parte delas. Em vista disso a pessoa pode até perder a capacidade de trabalhar. O segundo tipo, que inclusive vimos no tópico anterior, por se tratar de uma enfermidade autoimune, tem a capacidade de afetar articulações do joelho, apesar dela prejudicar com mais frequência os presentes na mão e no pé. Além disso, qualquer pessoa pode ser acometida por ela. E por fim, o terceiro modo pela qual a artrite manifesta aparece na vida de indivíduos que passaram por algum trauma que se repetiu por diversas vezes, durante a prática de alguma atividade física ou de algum esporte e ainda por conta de acidentes que geram o surgimento de fratura, lesão ou outras formas danosas que promovem o desencadeamento da artrite na região do joelho.

Falando de artrite nessa região corporal, podemos enfatizar alguns de seus sintomas:

  • Dor com intensidade gradual no local atingido;
  • Articulações podem se apresentar enrijecidas;
  • Inchaços na região;
  • Sensação de fraqueja no joelho;
  • A epiderme fica com aspecto avermelhado e ela pode apresentar sensação de quentura bem perto das articulações do local.

Também é importante saber que existem outras razões que podem elevar o risco de um indivíduo sofrer com o problema. Dos que podemos citar estão:  problemas com obesidade, ou ligados ao gênero da pessoa, o fenômeno natural do envelhecimento e o histórico da família do indivíduo.

Quem tem problemas relacionado ao peso excessivo acaba tendo mais propensão para ter a artrite nos joelhos, pois a região afetada sofre com a pressão que a obesidade provoca, e por isso suas articulações também sofrem com os efeitos do problema.  A questão do gênero também pode contribui nesse caso, uma vez que a mulher é mais atingida do que o homem.  O processo natural de envelhecimento também é compreensível, uma vez que no decorrer dos anos, vamos ficando mais velhos e nossas articulações vão se desgastando. Em vista disso que o idoso tem mis risco ainda de ser acometido pelo mal. A genética também influi, porque se alguém tem familiares que possuem ou que já possuíram essa artrite, carregam um histórico familiar propício para desencadear a condição.

Artrite e Fibromialgia: Entenda as diferenças

Outro fato bastante comum é que as pessoas também costumam confundir a Artrite com outro problema chamado de fibromialgia. Apesar de ambos se assemelharem em sintomas que variam desde a presença de dor, até dificuldades para dormir, sensação de fadiga, depressão e ansiedade, possuem uma diferença crucial que precisamos entender: apenas na artrite que ocorrer inflamação das articulações.

A seguir destacamos os pontos em que tanto a Artrite como a Fibromialgia possuem comum e aquelas onde elas se diferem para esclarecer melhor cada uma:

  • Causas: A artrite possui inúmeras causas, que variam desde fatores genéticos, até maus hábitos como fumar, por conta de hormônios e até mesmo decorrente de possíveis infecções. No caso da fibromialgia não conhecemos ainda o seu verdadeiro causador. Apenas subestima-se que possíveis traumas de caráter físico, psicológico ou alguma infecção possam contribuir para o seu desenvolvimento, além do fato de que ela não tem cura, assim como a Artrite.
  • De que maneira atuam no organismo: Quem sofre com Artrite tem seu sistema de imunidade descontrolado, onde ele mesmo ataca tecidos ao redor das articulações. É por isso que o indivíduo sente dor, fica com a região inchada e rígida, sofrendo danos que podem ser permanentes. Já no caso de pessoas com fibromialgia, acabam ficando muito mais sensíveis às sensações dolorosas. Principais estudos realizados sobre o tema mostraram que é como se o cérebro do portador interpretasse exageradamente qualquer estímulo provocado pelos músculos que acabem gerando dor.
  • Sintomas típicos: A artrite se caracteriza por uma dor bem intensa presenta nas regiões articulares, que inclusive pode se agravar. Porém, se tratada corretamente essa dor pode sumir com o tempo. Além disso, ocorre problemas ligados ao sono e sensações de fadiga que acabam prejudicando diretamente a qualidade de vida do paciente. Essa dor enorme que acaba sendo provocada, pode limitar os movimentos de uma pessoa, ocasionando problemas de depressão e ansiedade.
  • Processo de diagnóstico: Quando se vai analisar um possível caso de Artrite, o médico verifica se há presença de inchaço em determinadas regiões, se há aspectos avermelhados e ainda mede a temperatura das regiões articulares. Inclusive o doutor pode pedir um Hemograma e um Raio-X. Já no caso de Fibromialgia, o profissional procurar medir o nível de sensibilidade à dor do paciente em determinadas locais do seu corpo. Além disso ele também pede a realização de alguns exames específicos que descartem qualquer possibilidade de outra possível doença.

Além disso, existe o processo de tratamento, que para fibromialgia possui suas particularidades. O recomendado é que o indivíduo comece a se exercitar de forma regular, para conseguir controlar de maneira eficiente as dores ocasionadas pela doença. Inclusive, as atividades físicas são ótimas aliados para melhorar e garantir o bom humor, bem como ajuda a aumentar a qualidade de vida do indivíduo.

Contudo o importante é não esquecer de consultar um profissional qualificado antes de começar a se exercitar e inclusive ele irá analisar a sua situação e ver se você precisar tomar algum remédio. Outra opção positiva é fazer terapias alternativas, que abarcam desde a acupuntura, até massagens e yoga. Embora não saibamos comprovadamente quais sãos os benefícios que essa terapia pode trazer, a maioria das pessoas com o problema afirmam se sentirem bem melhores depois de realizá-la.

Sintomas típicos do problema

Quando o assunto é artrite os indícios de sua ocorrência podem ser confundidos.  Em primeira instância, o conjunto de sintomas podem indicar outras possíveis enfermidades, exemplos disso incluem rigidez pela manhã e sensação de mal-estar, que são na maioria das vezes confundidos e por isso que costumam passar em branco.

Os indícios seguem um determinado padrão, independente de existir mais de um tipo da condição. A seguir delineamos os mais comuns:

  • Inchaço nas articulações;
  • Dor;
  • Vermelhidão na epiderme que envolve a região articular;
  • Diminuição na capacidade de movimentar;
  • Aquecimento em torno da articulação;
  • Rigidez, em especial pela manhã.

Como se diagnostica o problema?

O primeiro passo rumo ao diagnóstico consiste em um exame físico feito pelo profissional, objetivando descobrir os locais onde há presença de dor. Neste exame, o indivíduo avaliado deve fazer um movimento com as articulações, justamente para que se observe a possível existência de alguma lesão.

Dentre os exames mais solicitados estão o de sangue o de artroscopia, que é especialmente feito para casos de artrite, de imagem, que incluem a ressonância magnética, o raio-X, a tomografia computadorizada, e o exame de ultrassom voltado para se detectar as lesões que estão particularmente lesionadas.

Quais os tratamentos mais usados?

Como exposto, a enfermidade não pode ser curada, visto que não dá para recuperar os degastes que acometem a região articular. O mais útil a se fazer é os tratamentos específicos indicados pelo médico da área. Remédios, analgésico, anti-inflamatório e alterações benéficas na rotina diária, são as melhoras opções para cuidar do problema. As alterações que citamos estão relacionadas principalmente à uma alimentação balanceada e natural, associada a uma redução de esforço físico desnecessário.

E para conseguir aliar as dores, recomenda-se fazer hidroginástica, tratamento fisioterapêutico, praticar natação e pilates. Outras formas de cuidados naturais também são conhecidos e eficazes para melhorar a artrite. Dentre os melhores estão o chá de erva-doce, suco de berinjela com limão e de abacaxi, que agem contra a inflamação decorrente da enfermidade. Nas situações mais gravídicas, onde a articulação acaba se desgastando significativamente, a intervenção cirúrgica é orientada como forma de tratamento, através de implantação de próteses.

Principais remédios utilizados no tratamento

Quando o paciente é diagnosticado, o médico que avalia ele, propõe um tipo específico de tratamento que irá sofrer variação dependendo do tipo de Artrite que ele está enfrentando. Basicamente há variados tipos de remédios benéficos que as vezes são recomendados também. Conheça o nome de alguns deles a seguir:

– Nimesulida;

– Advil;

-Paracetamol;

– Prednisona;

– Beserol;

– Colchis;

– Cataflampro;

– Bepeben;

– Clindamicina;

– Ceftriaxona sódica e dissódica;

– Fenaflan;

– Flotac;

– Meticorten.

Não se esqueça que mencionamos os remédios para que você tenha uma base de quais sã mais utilizados. Não se automedique em nenhuma circunstância, pois o ato pode piorar ainda mais a sua saúde e trazer ainda mais problemas.

Quem tem chance de desenvolver Artrite?

Muitos são os aspectos que podem provocar o aparecimento de uma Artrite. Veja alguns deles que podem favorecer para que uma pessoa tenha o problema:

  • Fator Idade: Quanto mais velho você for maior chance de ter Artrite você terá;
  • Fator gênero: Mulher tem mais probabilidade de ser afetada pelo problema do que o homem;
  • Fator lesão: Se um indivíduo sofre com algum tipo de lesão nas articulações, ele tem mais risco de no futuro ser acometido pela Artrite;
  • Fator gordura corporal: Se uma pessoa tem uma quantidade muito elevada de gordura no corpo, ela pode acabar passando por uma pressão na região articular, que na medida que aumenta vai provocando novos problemas nas regiões do quadril e dos joelhos;
  • Fator genético: Se você tem pessoas na família que já sofreram com a doença, acaba tendo mais risco de ser atingido por ela, visto que o caráter genético também pode ser um fator causador;
  • Fator peso: Estar acima do peso também pode contribuir para causar inflamação nas suas articulações e assim consequentemente você desenvolver artrite;
  • Fator movimento: Geralmente, aqueles artistas que costumam trabalhar com movimentos que se repetem constantemente, tais como o dançarino, o artesão e o escultor, tem mais chances de ter a doença;
  • Fator doença: Indivíduos que sofrem de enfermidades que acometem a circulação e o sistema imunológico também tem mais risco.

Dicas de prevenção

Praticar exercício físico e atividade fisioterapêutica regularmente, é excelente para evitar que problemas como artrite, atrofia e fraqueza dos músculos surjam. Dormir bem e por tempo suficiente também é uma boa maneira de evitar a enfermidade e consequentemente futuros problemas no sistema de imunidade. Além disso, recomenda-se ficar menos tempo sentado, visto que o movimento é importante para manter as articulações saudáveis.

Inclusive cultivar outros tipos de hábitos podem ajudar ainda mais a prevenir. Veja alguns deles a seguir:

  • Praticar exercícios de alongamento;
  • Tomar bastante líquido para sempre se manter hidratado;
  • Consumir fruta, verdura e legume diariamente;
  • Sempre que se ferir lavar o local com água e sabão;
  • Se manter no peso recomendado;
  • Não esquecer de usar acessórios para a sua proteção.

Como viver com o prognóstico?

Embora exista muita gente que acredita que o indivíduo com artrite só convive com dor, todos os dias, a concepção é bastante equivocada, visto que existem muitas maneiras de melhorar os sintomas típicos e a conviver melhor com a enfermidade. Claro que para alcançar esse objetivo, o indivíduo precisar mudar os hábitos ruins do seu cotidiano e substituí-los por hábitos saudáveis. Um exemplo disso é referente a questão do sedentarismo. É fundamental se mexer e a atividade física está aí para isso, além do fato de que ela auxilia no processo de melhoria e redução, da rigidez e da sensação de fadiga, fortalecendo mutuamente as regiões dos músculos e da estrutura óssea. Não podemos esquecer que o exercício físico também serve para diminuir as dores que incomodam muito o indivíduo que enfrenta a doença.

Atividade que trabalha os músculos, por exemplo, é uma excelente opção, pois é de baixo impacto, e sua capacidade de aumentar a flexibilidade é satisfatória. Precisamente, o ideal é que o indivíduo escolha praticar exercícios do grupo aeróbico, pois são mais leves e por isso não produzem muito impacto na região articular.  Ainda com relação ao prognóstico, a maioria dos quadros diagnosticados precisam usar a terapia fisioterapêutica como aliada. Além da hidroterapia e das massagens que também são excelentes métodos de cuidado. Outras técnicas que valem a pena serem postas em prática incluem:

  • Usar compressa quente ou fria e na região de dor;
  • Usar tala para melhorar o suporte da coluna e ajudar a melhorar a postura;
  • Praticar exercícios que diminuem o estresse;
  • Garantir na rotina alimentar, alimentos fontes em ômega 3;
  • Manter o peso saudável;
  • Evitar ficar em uma mesma posição por tempo prolongado.

Não importa qual versão da artrite você esteja sofrendo, se qualquer uma das dicas aqui mencionadas forem seguidas, ajudará a melhorar a doença e prevenir seu possível agravo. Viver com qualidade é possível mesmo se a artrite fizer parte da realidade de alguém, porém não se pode deixar o tratamento de lado.

A doença pode ser curada?

Existem enfermidades que não podem ser curadas, e por isso o tratamento consiste apenas em um método de controle. Mas nesse caso, temos uma boa notícia: a artrite é tratada para desaparecer de vez, ou seja, a pessoa pode chegar a ser curada se cuidar direitinho do problema. Os métodos disponíveis para esse cuidado reduzem as dores causadas por ela, podendo melhorá-las de vez.  E inclusive visa garantir o bom funcionamento da região articular atingida, para que os indícios da enfermidade não resolvam aparecer novamente e prejudicar ainda mais o indivíduo.

Complicações que podem surgir

Descobrir o problema e não cuidar para que ele melhore já mostra nesse próprio ato que ele pode piorar e gerar diversos tipos de complicação. Em primeira instância, a artrite pode se desenvolver e alcançar o estado crônico. Em decorrência disso, o indivíduo passa a ter muita dificuldade para fazer qualquer atividade, desde as mais simples que você pode imaginar. Além disso, se a versão crônica não for tratada também, pode acabar virando uma lesão definitiva. Tal lesão tem a capacidade de atrofiar as pernas e os braços de uma pessoa.

Outra questão é ligada ao desgaste que ocorre na articulação por causa da doença, que pode propiciar o surgimento de problemas na região da coluna vertebral (deixado instável), pode deformar a postura e fazer com que o indivíduo não consiga mexer determinadas regiões.

Veja alguns alimentos ótimos para quem sofre com problema

Já sabemos que a Artrite acomete milhões de pessoas só no Brasil e ela, se não for bem tratada, pode acabar incapacitando o paciente. E não basta apenas ir ao médico e tomar os remédios que ele solicita. Manter uma boa alimentação é fundamental, pois ela é responsável por ajudar a conseguir manter sob controle os sintomas típicos da enfermidade. Quem usa o alimento a seu favor pode até reduzir significativamente a incidência de dores causada pela condição. E para ajudá-lo nesse propósito, reunimos mais adiante alguns alimentos voltados para cuidar da Artrite. Anote as dicas e aproveite:

  1. Fruta de aspecto vermelho: Frutas avermelhas apresentam uma substância chamada de antocianina, que é rica em propriedades antioxidantes além de serem excelentes antiinflamatórios. Dentre as frutas desse grupo que podemos citar estão o morango, a cereja, a romã e a goiaba.
  2. Abacate: é uma fruta excelente pois é rica em uma substância chamada de Luteína, que é capaz de combater a atividade dos radicais livres. Quando esses radicais se apresentam em quantidade excessiva no organismo humano, acabam contribuindo para o surgimento de enfermidades das quais podemos destacar a Artrite. Inclusive a fruta é fonte de vitamina E, que age de maneira anti-inflamatória.
  • Verdura de aspecto verde-escuro: Verduras dessa coloração são ótimas fontes de vitamina A, C e K. Além disso, são ricas em cálcio e por isso agem diretamente na proteção da estrutura óssea. Dentre as verduras podemos citar o brócolis, o espinafre, a couve e a acelga.
  1. Azeite de Oliva: O azeite é excelente fonte de gorduras monoinsaturadas, que ajudam na redução de possíveis danos que acometem as articulações.
  2. Alimentos Oleaginosos: São ótimas fontes de gordura boa que ajudam a proteger a saúde das juntas. Com até duas colheres diariamente você já consegue se beneficiar de suas propriedades benéficas. Dentre os mais comuns podemos destacar a linhaça, a amêndoa, a noz, a chia e o pistache.
  3. Cebolas, Alho e Pimenta: Tanto o Alho como a Cebola possuem uma substância chamada de Quercetina, que são capazes de aliviar possíveis inflamações. E a pimenta é uma ótima fonte de vitamina C.
  4. Peixes no geral: O peixe possui uma substância conhecida como ômega 3 que agem nas células promovendo a regulação do sistema de imunidade de uma pessoa. Para ter acesso de qualidade a essa propriedade indicamos consumir peixes que vivem em água fria, dos quais podemos citar o atum, a sardinha, a cavalinha, a truta e a anchova.

Conheça alguns alimentos que devem ser evitados nesse caso

Assim como é importante escolher bem o alimento que irá consumir é preciso saber qual é aquele que deve ser retirado do cardápio, pois para quem não sabe existem sim aqueles que podem prejudicar o quadro de Artrite em um indivíduo, pois eles agravam a inflamação provocada por ela. A seguir destacamos os alimentos mais prejudiciais. Fique atento às dicas:

  • Evite consumir sal e açúcar: O excesso nesse caso pode intensificar ainda mais os quadros de dor provocados pela Artrite;
  • Evite consumir Gordura saturada: Esse tipo de gordura é encontrado principalmente nos produtos que passam por processos industriais, na carne vermelha e nos produtos laticínios em sua versão integral e possui a capacidade de piorar a inflamação provocada pela doença;
  • Evite exagerar na hora de beber álcool: Bebidas alcoólicas, principalmente quando consumidas em excesso podem retardar ainda maios o processo de melhora, pois acaba cortando o efeito dos medicamentos utilizados no tratamento.

 

 

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