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O que é Bronquite, Tratamento e Sintomas

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Bronquite é uma inflamação dos brônquios, que são canais que conduzem o ar até os pulmões. Não por acaso, um das reclamações mais comuns de quem sofre com a inflamação é a dificuldade para respirar. Ela não é uma doença contagiosa ou mortal, porém pode evoluir para outros tipos de problemas respiratórios se não for bem tratado.

Veja a seguir quais são os tipos existentes da doença:

Tipos de bronquite

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Bronquite Aguda

Causada geralmente por vírus ou bactérias que comprometem os brônquios, resultando na inflamação e no aumento na secreção de muco. É a mais comum desses tipos, sobretudo em crianças. A maioria dos casos, conta com infecção viral, embora aqui ela não tenha o caráter contagioso que se espera.

Geralmente, durante o curso deste caso, o paciente pode desenvolver também infecção bacteriana secundária, por exemplo, uma gripe ou resfriado. Com um tratamento bem direcionado, ela pode ser curada em poucos dias. Caso contrário, pode evoluir para outros problemas, incluindo a bronquite crônica.

Bronquite Crônica

Mais agressiva que a anterior, ela não é causada por uma infecção e está relacionada como parte do quadro de DPOC (doença pulmonar obstrutiva crônica), que também envolve a enfisema pulmonar. Da mesma forma que a aguda, nesse caso, os sintomas podem ser agravados por causa de bactérias e vírus oportunistas, já que o organismo fica mais vulnerável.

O acompanhamento médico é essencial, já que é um caso mais grave e que requer um tratamento mais elaborado.

A principal diferença está na duração e na intensidade das crises. Enquanto a aguda pode ter uma duração média de uma a duas semanas, no caso da bronquite crônica avançada, as chances de recuperação são baixas.

Bronquite alérgica

É um tipo a parte da bronquite, embora possua características similares. Seu meio de contágio varia bastante, mas pode ser englobado basicamente em: exposição a alguns elementos e produtos químicos, viver em ambientes altamente poluídos, ou ainda estar próximo de alguns elementos específicos, como a fumaça de cigarro, por exemplo.

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Muitas vezes, ela é comparada ou mesmo utilizada como sinônimo para a asma. Embora ambas possuam os mesmos sintomas e causem problemas parecidos, suas origens e até mesmo os meios de tratamento são bem diferentes.

A bronquite alérgica ataca especificamente os brônquios, com origens especificadas acima, e que possuem chances reais de cura, ou apenas amenizar seus sintomas de forma menos invasiva ao organismo.

A asma, por sua vez, é uma inflamação nas vias respiratórias inferiores, que levam e trazem o ar captado no nariz. A asma não tem cura, e existem vários outros fatores que acarretam nela além de exposição a ambientes hostis.

Os sintomas e diagnóstico não são muito diferentes da bronquite regular, mas alguns cuidados importantes precisam ser tomados para que ela venha com frequência. Por se tratar de uma doença de origem alérgica, a simples exposição a origem da mesma vai causar surtos da mesma.

Quanto ao tratamento, a bronquite alérgica pede pelo uso de antibióticos, antialérgicos e xaropes, dependendo da origem da alergia. A vacina para evitar seus sintomas mais graves pode ser uma alternativa, e em alguns casos pode até mesmo curar o enfermo da doença.

Quais são os sintomas?

Tanto na forma crônica, quanto na aguda, o principal sintoma é a tosse, seja com presença de muco ou não. Na bronquite crônica, contudo, dificilmente ela é seca. Como naturalmente, o nariz, a garganta e os pulmões são afetados, existem outros fatores ligados a essas questões. Sendo assim, os outros sintomas são:

  • Falta de ar
  • Chiado
  • Expectoração
  • Fadiga
  • Falta de apetite
  • Rouquidão
  • Dores moderadas no peito

Além disso, no caso da bronquite crônica, os pacientes podem ter febre e inchaço devido a alteração no quadro cardíaco. Em ambos os casos, as complicações que ela causa são bem evidentes.

Dificuldade para dormir, atenuar outros tipos de doenças respiratórias e, em caso de não tratamento da mesma, evoluir para uma pneumonia. Por isso a necessidade de tratamentos ser tão necessária e o mais rápido possível, sobretudo para pessoas com mais idade.

bronquite em bebê

Também conhecida como bronquite infantil, a inflamação, quando ocorre em uma fase de ainda formação dos órgãos, os bebês ficam ainda mais vulneráveis, o que pede por cuidados ainda maiores por parte de pais e cuidadores em geral.

Uma das razões nas quais as crianças estão mais expostas a bronquite, e essa do tipo aguda na maior parte das vezes, é por consequência de outras doenças não tratadas antes, como gripes e resfriados, por exemplo. Na verdade, as infecções de origem viral são as mais propensas a levar para as bronquites em bebês e crianças.

Apesar de não haver contágio real de bronquite em bebês, é muito importante que o tratamento para as mesmas seja levado a sério para pelos pais. Cuidados simples, como não fumar ou fazê-lo bem longe das crianças, é um meio simples de evitar a proliferação desta e outras doenças.

A medicação deve ser ainda mais precisa em caso de bronquite em bebês, seguindo estritamente as indicações do médico, sobretudo nos casos de bronquite crônica. Nunca, e nunca mesmo, medique sua criança por conta própria, pois os riscos são ainda mais perigosos para a mesma.

Quais são as causas e os fatores de risco da bronquite?

Como dito anteriormente, a forma aguda é causada por vírus ou bactérias, mais precisamente por bactérias e pode ser acompanhada por alguma infecção viral.

Entre os principais fatores de risco que podem colaborar no desenvolvimento de bronquite crônica, estão o hábito de fumar, já que as substâncias presentes no cigarro irritam os brônquios, bem como ambientes com alta incidência de poluentes. Isso pode ser desde uma casa úmida e/ou com muita poeira, até uma cidade mal planejada, aumentando as incidências de forma geral na população.

A imunidade baixa também é um fator, para ambas formas da infecção, já que o organismo fica mais vulnerável às doenças e substâncias que podem irritar os pulmões. Alguns componentes ambientais e químicos como tintas, ácaros e poeira, se aproveitam dessa falta de proteção do organismo.

É importante lembrar que idosos, bebês e crianças possuem mais risco de desenvolverem a infecção. Algumas complicações podem ocorrer por conta da doença, principalmente o comprometimento dos pulmões, como enfisema pulmonar, insuficiência cardíaca e pneumonia.

Por isso, é importante procurar um médico, pois apenas alguns casos da bronquite aguda são tratados de maneira mais rápida, mas se os sintomas são mais graves ou seu quadro clínico conta com a bronquite crônica, o médico poderá indicar antibióticos, antialérgicos, tipos de inalações e qualquer outro tipo de tratamento que seja mais adequado.

bronquite pega?

Não. Isto é, ela não é contagiosa. Muitas vezes ela é confundida com tal, devido aos seus sintomas serem parecidos com asma (que também não é contagiosa), gripe e outras doenças respiratórias. O que muitas vezes pode gerar um surto de bronquite, seja ela aguda ou crônica, são os ambientes nos quais seus enfermos vivem.

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Isso pode variar desde a própria casa, como toda uma cidade, em que a má projeção e a indução de poluentes criam o chamado Efeito Estufa. Mais do que apenas aumentar os índices de temperatura da região, sua população fica a mercê dessas substâncias nocivas.

O único caso em que a bronquite é contagiosa são as infecciosas. Estas, causadas por bactérias, podem se transmitidas para outras pessoas através do contato direto com a mucosa ou pelo ar. Para estes casos, é importante tomar atitudes como:

  • lavar bem as mãos
  • manter o ambiente do enfermo bem arejado e com circulação de ar, e evitar locais fechados
  • não colocar as mãos na boca ou no nariz;

Como diagnosticar a bronquite?

O diagnóstico de bronquite pode ser feito com um otorrinolaringologista, ou clínico geral. Em casos de bronquite aguda, não é necessário fazer os testes, uma vez que é possível detectar a doença pela descrição dos sintomas e um simples exame físico. O médico irá examinar com um estetoscópio para ouvir os seus pulmões.

Em casos de bronquite crônica, o médico irá pedir seguintes testes:

  • Raio-X torácico
  • Oximetria do pulso
  • Teste de funcionamento do pulmão
  • Exame de expectoração

Uma vez identificado o tipo de bronquite, serão realizados os encaminhamentos adequados para iniciar o tratamento. E faça-o o quanto antes, para uma recuperação mais tranquila e rápida.

Bronquite e tratamentos: quais são?

Como dito anteriormente, tanto no caso da bronquite crônica, quanto na aguda, o médico poderá indicar antibióticos, antialérgicos e alguns tipos de nebulizações que podem colaborar com a qualidade da respiração e alívio dos sintomas.

No entanto, o quadro de medicações varia de acordo com o seu tipo de bronquite, bem como os cuidados a serem tomados durante o período de recuperação. É necessário que o tratamento seja realmente seguido à risca, com disciplina, para que não haja novas crises de bronquite.

No caso da bronquite aguda, trata-se de algo auto-limitado em questão de tempo, com duração de até 10 dias e menos grave. Ou seja, os remédios são menos agressivos quando comparados aos da bronquite crônica. Não existe só um tipo de tratamento específico, porém: a seguir, temos algumas dicas que podem ser utilizadas em casa para prevenir as crises:

  • Manter uma boa hidratação, tomando bastante líquidos, como água e chá de eucalipto ou de sabugueiro com guaco.
  • Evitar a exposição a fatores de riscos, como fortes componentes químicos ou naturais que podem irritar os pulmões como poeira e tintas.
  • Utilizar analgésicos e descongestionantes, que podem ser adequadamente receitados pelo médico.

Já os portadores de bronquite crônica devem adotar, como principal medida, o fim do tabagismo. Se a pessoa já não possui esse hábito, mas desenvolveu a doença mesmo assim, outras dicas a serem tratadas são os seguintes:

  • Utilizar broncodilatadores, antibióticos e anti-inflamatórios que devem ser sob orientação médica;
  • Beber bastante água;
  • Não fazer muito esforço físico;
  • Evitar permanecer em ambientes com dominância de agentes que irritam os pulmões, com ar condicionado ou em ambientes secos demais.

Bronquite tratamento caseiro

Para bronquites agudas, em que não é necessário um tratamento à base de medicamentos e que pode ser controlado com ações muito simples, o uso de remédios caseiros pode adiantar e muito sua recuperação. Se você identificou os sintomas iniciais da bronquite, pode seguir algumas das receitas que vamos mostrar a seguir, e facilitar a sua vida nessas horas mais chatas.

Lembrando que esses tratamentos não funcionam para os casos de bronquite crônica. O uso de antibióticos é obrigatório para acabar com os sintomas. Para esses casos, os tratamentos caseiros vão ajudar a amenizar os sinais mais graves, enquanto realiza o tratamento medicinal em paralelo.

Vamos para as nossas receitas?

Chá de gengibre

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O gengibre, junto a outros alimentos como o limão e o mel, é uma das opções mais versáteis para combater a bronquite. Suas propriedades anti-inflamatórias agilizam na recuperação dos brônquios, ao mesmo tempo em que ajudam a retirar a mucosa em excesso dos pulmões. Vejamos como fazer um chá bem simples com a raiz.

Ingredientes

  • raiz de gengibre, não mais do que 2 cm
  • 180 a 250 ml de água

Modo de Preparo

  • Coloque ambos os ingredientes em uma panela ou caneca, deixe ferver por aproximadamente por cinco minutos, desligue o fogão, e cubra a panela.
  • Deixe esfriar, e depois coe o chá. Beba até 4 vezes por dia, e não exagere no consumo, devido aos efeitos termogênicos e diuréticos.

Chá de Hortelã

É um chá bem fácil de fazer, acessível, e conta com boas propriedades anti-inflamatórias graças aos efeitos potentes da hortelã. Além disso, ela é uma boa alternativa para quem não pode usar o gengibre com tanta frequência, devido aos seus efeitos termogênicos.

Ingredientes

  • Algumas folhas de hortelã
  • 180 ml de água

Modo de preparo

  • Coloque as folhas de hortelã na xícara em que vai beber o chá. Ferva a água, e despeje sobre as folhas. Tampe, e deixe por cerca de 10 minutos.
  • Se preferir, pode coar o chá, mas a infusão pode ser consumida sem o mesmo. Duas vezes ao dia é suficiente para conseguir seus efeitos.

Guaco

Pode ser consumido tanto em forma de xarope, como em forma de chá. Além dos efeitos anti-inflamatórios, a folha de guaco também é um poderoso broncodilatador, liberando as vias aéreas. Isso o torna uma opção complementar e de recuperação para os casos de bronquite crônica.

Ingredientes

  • guaco seco
  • 180 ml de água

Modo do Preparo

  • Deixe a água ferver, e logo em seguida, adicione as folhas de guaco seco. Desligue o fogo, tampe, e deixe a infusão agir por cerca de 10 minutos. Coe, e beba.
  • Se preferir, pode adicionar gengibre a receita, e mel para adoçar.

Agora que você sabe tudo sobre a bronquite, que tal tratá-la de acordo? O segredo para evitar novas crises, além de um bom tratamento, é buscar uma melhor qualidade de vida diariamente, com aplicações simples e práticas para sua saúde. Não deixe de cuidar da sua saúde, e até a próxima!

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