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Saiba Tudo Sobre a Tricomoníase

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A Tricomoníase está entre uma das doenças sexualmente transmissíveis mais comuns no mundo, ao todo são cerca de 174 milhões de pessoas contaminadas por ano. Causada por um parasita, ela pode infectar homens e mulheres, sem apresentar sintomas. Sua transmissão se dá por meio do contato sexual e o tratamento é feito com antibióticos. Se não for tratada corretamente pode levar a um parto prematuro em mulheres grávidas.

Qual é a causa da Tricomoníase?

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É causada pelo parasita Trichomonas vaginalis, que pode espalhar facilmente pelo sistema reprodutor devido a sua reprodução que é de 8 à 12 horas.

Essa doença é mais comum em mulheres do que em homens, porque sua transmissão se dá pela relação sexual entre homem e mulher e entre mulher com mulher.

Quais são os sintomas?

Notícia Diárias Para Quem Não Tem Tempo

A Tricomoníase é uma doença que não causa sinais, principalmente nos homens. Para se ter uma ideia, apenas 30% das pessoas infectadas apresenta sintomas. Quando se manifestam, os sinais podem ser:

Mulheres:

  • Corrimento vaginal de cor amarelo-esverdeado com mau cheiro;
  • Manchas vermelhas ou coceira na vagina;
  • Dor ao urinar;
  • Inchaço na virilha;
  • Dor durante a relação sexual.

Homens:

  • Coceira no pênis;
  • Inchaço e dor no testículo;
  • Dor ao urinar;
  • Dor durante a relação sexual.

Geralmente, os sintomas começam a se manifestar de 5 a 28 dias após a relação sexual com um parceiro contaminado. Esses sintomas variam na intensidade podendo ser leves ou graves. Podem desaparecer sem cuidados médicos e reaparecer meses ou anos depois.

Quais são os fatores de risco?

Existem atitudes que colocam a pessoa em maior chance de contrair a doença. Entre essas podemos citar:

  • Fazer sexo sem proteção
  • Ter vários parceiros sexuais
  • Ter sido contaminado por outras DSTs

Caso se enquadre em uma dessas situações, procure fazer testes regulares para Tricomoníase e também fazer as devidas mudanças.

Como diagnosticar?

Para o diagnóstico, o médico avaliará seu histórico médico e fará algumas perguntas sobre os sintomas e se houve algum risco de contaminação. Após isso serão solicitados exames que irão comprovar a existência da doença.

Por meio do exame pélvico é possível notar a presença de manchas vermelhas no colo do útero. Pode ser necessário fazer a coleta do fluido vaginal para detectar a presença do parasita, através do microscópio.

O diagnóstico é mais fácil de ser feito em mulheres do que em homens. Muitas vezes o homem só sabe que está infectado quando sua parceira sexual descobre a doença.

Quais são os tratamentos da Tricomoníase?

Tricomoníase é uma doença curável com medicamentos. Para o tratamento usa-se basicamente antibióticos, como o metronidazole, tomados por via oral. Outra opção é tomar tinidazol. Evite tomar bebidas alcoólicas enquanto estiver sendo tratado com remédios, já que pode provocar enjoos e vomito.

Procure não fazer sexo com seu parceiro até que os dois tenham sido tratados. Mesmo com o tratamento é possível ser infectado novamente. Após 3 meses é preciso fazer uma reavaliação para garantir a cura total da doença.

Se não tratada, a doença pode trazer consequências graves, como estar mais vulnerável a outros tipos de DSTs. Mulheres grávidas podem sofrer um parto prematuro ou o bebê nascer com um peso baixo.

Tratamentos caseiro para você!

O tratamento caseiro é de grande ajuda para curar o corrimento nas mulheres. O chá a base de folhas de goiabeira tem sido muito eficaz para diminuir o problema.

Ingredientes

  • 1 litro de água fervente
  • 30 g de folhas de goiabeira

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Modo de preparo

Depois de ferver a água, acrescente as folha de goiaba e deixe por 5 minutos. Após esfriar, coe o chá e faça um banho de assento, lavando a área afetada. Esse banho pode ser feito de até 3 vezes por dia.

Como prevenir?

A prevenção mais eficaz para evitar a contaminação por Tricomoníase é não ter relações sexuais sem proteção, incluindo oral e anal. Porém, a lista abaixo mostra outros cuidados que devemos tomar para evitar a infecção:

  • Uso correto da camisinha tanto feminina quanto masculina;
  • Pedir ao parceiro sexual que faça testes para garantir que não esteja contaminado;
  • Ter uma boa higiene;
  • Não compartilhar roupa intima ou toalhas;
  • Usar a ducha após sair da piscina;
  • Limitar o número de parceiros sexuais;
  • Tomar banho após ter relações sexuais.

Se apresentar algum sintoma ou se tiver tido relação sem proteção, procure imediatamente o médico. A Tricomoníase não é uma doença grave, mas não vale à pena ter o prazer sexual em troca da doença.

Veja a Dra. Ana falando sobre a tricomoníase (2:21):

 

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